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	<title>Arquivos PIB - Folha de Barbacena</title>
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	<title>Arquivos PIB - Folha de Barbacena</title>
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	<item>
		<title>Salário mínimo de R$ 1.621 começa a valer em todo o país</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/novo-salario-minimo-1621-entra-em-vigor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 12:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Banco de Imagens Canva / Ivo Brasil de Pexels O novo salário mínimo, no valor de R$ 1.621, começou a valer ontem (01/01) em todo o país. O reajuste, de 6,79% ou R$ 103, foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10. O salário mínimo anterior era de R$ 1.518. &#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-dominant-color="a3a19a" data-has-transparency="false" style="--dominant-color: #a3a19a;" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="726" src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Design-sem-nome-2-1024x726.webp" alt="" class="wp-image-35270 not-transparent" srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Design-sem-nome-2-1024x726.webp 1024w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Design-sem-nome-2-300x213.webp 300w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Design-sem-nome-2-768x545.webp 768w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Design-sem-nome-2-1536x1090.webp 1536w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Design-sem-nome-2.webp 1748w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Banco de Imagens Canva / Ivo Brasil de Pexels</figcaption></figure>



<p>O novo salário mínimo, no valor de R$ 1.621, começou a valer ontem (01/01) em todo o país. O reajuste, de 6,79% ou R$ 103, foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10. O salário mínimo anterior era de R$ 1.518.</p>



<p>O novo valor foi informado após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado no cálculo do reajuste anual do salário mínimo. O indicador registrou 0,03% em novembro e acumula 4,18% em 12 meses.</p>



<p>Pela estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na economia. O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas.</p>



<p><strong>Entenda</strong></p>



<p>A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de dois anos.</p>



<p>No dia 4 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%.</p>



<p>No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.</p>



<p>Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.</p>



<p><em>Com informações da Agência Brasil</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Salário mínimo será de R$ 1.621 em 2026</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/salario-minimo-2026-reajuste-1621/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 18:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Arcabouço Fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou nesta quarta-feira (10/12) que o salário mínimo será reajustado dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.621, um aumento de R$ 103, um reajuste de 6,79%. O valor foi confirmado após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado no cálculo &#8230;]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img data-dominant-color="716668" data-has-transparency="false" style="--dominant-color: #716668;" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/12/01_carteira_de_trabalho2-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-36135 not-transparent" srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/12/01_carteira_de_trabalho2-1024x613.webp 1024w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/12/01_carteira_de_trabalho2-300x179.webp 300w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/12/01_carteira_de_trabalho2-768x459.webp 768w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2025/12/01_carteira_de_trabalho2.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
</figcaption></figure>



<p>O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou nesta quarta-feira (10/12) que o salário mínimo será reajustado dos atuais R$ 1.518 para R$ 1.621, um aumento de R$ 103, um reajuste de 6,79%.</p>



<p>O valor foi confirmado após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado no cálculo do reajuste anual do salário mínimo. O indicador registrou 0,03% em outubro e acumula 4,18% em 12 meses.</p>



<p>O reajuste do salário mínimo será aplicado a partir de janeiro de 2026, com efeito no salário que o trabalhador recebe em fevereiro.</p>



<p><strong>Entenda<br></strong>A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de 2 anos.</p>



<p>No dia 4, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%.</p>



<p>No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%.</p>



<p>Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.</p>



<p><strong>Revisão<br></strong>Os resultados dos índices farão o governo revisar cálculos para as contas públicas no ano que vem, já que o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional, estimava o salário mínimo em R$ 1.627, um reajuste de 7,18%.</p>



<p><em>Com informações da Agência Brasil</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>PIB cresce 4,6% em 2021 e supera perdas da pandemia</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/pib-cresce-46-em-2021-e-supera-perdas-da-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Mar 2022 11:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[O Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 0,5% no quarto trimestre de 2021 e encerrou o ano com crescimento de 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. Esse avanço recuperou as perdas de 2020, quando a economia brasileira encolheu 3,9% devido à pandemia. Já o PIB per capita alcançou R$ 40.688 no ano passado, um avanço de 3,9% &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Produto Interno Bruto (PIB) do país avançou 0,5% no quarto trimestre de 2021 e encerrou o ano com crescimento de 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. Esse avanço recuperou as perdas de 2020, quando a economia brasileira encolheu 3,9% devido à pandemia. Já o PIB <em>per capita</em> alcançou R$ 40.688 no ano passado, um avanço de 3,9% em relação ao ano anterior (-4,6%).</p>
<p style="text-align: justify;">O PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no país, está 0,5% acima do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia, mas continua 2,8% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta sexta-feira (04/03), pelo IBGE.</p>
<p style="text-align: justify;">O crescimento da economia foi puxado pelas altas nos serviços (4,7%) e na indústria (4,5%), que juntos representam 90% do PIB do país. Por outro lado, a agropecuária recuou 0,2% no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Todas as atividades que compõem os serviços cresceram em 2021, com destaque para transporte, armazenagem e correio (11,4%). O transporte de passageiros subiu bastante, principalmente, no fim do ano, com o retorno das pessoas às viagens. A atividade de informação e comunicação (12,3%) também avançou puxada por internet e desenvolvimento de sistemas. Essa atividade já vinha crescendo antes da pandemia, mas com o isolamento social e todas as mudanças provocadas pela pandemia, esse processo se intensificou, fazendo a atividade crescer ainda mais&#8221;, explica a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras atividades de serviços (7,6%) também tiveram alta no período. &#8220;São atividades relacionadas aos serviços presenciais, parte da economia que foi a mais afetada pela pandemia, mas que voltou a se recuperar, impulsionada pela própria demanda das famílias por esse tipo de serviço&#8221;, acrescenta Palis. Cresceram ainda o comércio (5,5%), atividades imobiliárias (2,2%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade sociais (1,5%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,7%).</p>
<p style="text-align: justify;">Na indústria, o destaque positivo foi o desempenho da construção que, após cair 6,3% em 2020, subiu 9,7% em 2021. Tal expansão foi corroborada pelo aumento da ocupação na atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">As indústrias de transformação (4,5%), com maior peso no setor, também cresceram, influenciadas, principalmente, pela alta nas atividades de fabricação de máquinas e equipamentos; metalurgia; fabricação de outros equipamentos de transporte; fabricação de produtos minerais não-metálicos; e indústria automotiva. As indústrias extrativas avançaram 3,0% devido à alta na extração de minério de ferro.</p>
<p style="text-align: justify;">A única atividade que não cresceu foi eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, que teve variação negativa de 0,1%, o que indica estabilidade. &#8220;A crise hídrica afetou negativamente o desempenho da atividade em 2021&#8221;, explica Rebeca Palis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estiagem e geadas prejudicaram o resultado da agropecuária</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já a agropecuária, que havia crescido em 2020, recuou 0,2% em 2021, em decorrência da estiagem prolongada e de geadas. &#8220;Apesar do crescimento anual da produção de soja (11,0%), culturas importantes da lavoura registraram queda na estimativa de produção e perda de produtividade em 2021, como a cana-de-açúcar (-10,1%), o milho (-15,0%) e o café (-21,1%). O baixo desempenho da pecuária é explicado, principalmente, pela queda nas estimativas de produção dos bovinos e de leite&#8221;, detalha Palis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Todos os componentes da demanda interna cresceram em 2021</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que aconteceu em 2020, todos os componentes da demanda avançaram em 2021, contribuindo positivamente para o crescimento do PIB. O consumo das famílias avançou 3,6% e o do governo subiu 2,0%. No ano anterior, esses componentes haviam recuado 5,4% e 4,5%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Houve uma recuperação da ocupação em 2021, mas a inflação alta afetou muito a capacidade de consumo das famílias. Os juros começaram a subir. Tivemos também os programas assistenciais do governo. Ou seja, fatores positivos e negativos impactaram o resultado do consumo das famílias no ano passado&#8221;, afirma Palis</p>
<p style="text-align: justify;">Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) avançaram 17,2%, favorecidos pela construção, que no ano anterior teve uma queda, e pela produção interna de bens de capital. A taxa de investimento subiu de 16,6% para 19,2% em um ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A balança de bens e serviços registrou alta de 12,4% nas importações e de 5,8% nas exportações. Em 2020, tinham recuado 9,8% e 1,8%, respectivamente. &#8220;Como a economia aqueceu, o país importou mais do que exportou, o que gerou esse déficit na balança de bens e serviços. Isso puxou o PIB um pouco para baixo, contribuindo negativamente para o desempenho da economia&#8221;, explica Rebeca Palis.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os produtos da pauta de exportações, os destaques foram extração de petróleo e gás natural; metalurgia; veículos automotores; e produtos de metal. No caso dos serviços, as viagens subiram mais. Já entre as importações, os destaques positivos foram produtos químicos; máquinas e aparelhos elétricos; indústria automotiva e produtos de metal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PIB cresce 0,5% no quarto trimestre</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No quarto trimestre de 2021, o PIB cresceu 0,5% na comparação com o terceiro trimestre do ano (-0,1%), registrando resultado positivo nessa comparação, depois da alta de 1,4% no primeiro trimestre e do recuo de 0,3% no segundo trimestre. Em valores correntes, isso corresponde a R$ 2,2 trilhões. Quando comparado ao quarto trimestre de 2020, o PIB teve alta de 1,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A agropecuária cresceu 5,8%, mas o fator determinante para o crescimento do PIB no quarto trimestre foram os serviços (0,5%), que têm peso maior na economia. Nos serviços, os destaques foram as mesmas atividades que cresceram no ano: informação e comunicação (3,4%), transporte, armazenagem e correio (2,6%), outras atividades de serviços (2,1%)&#8221;, destaca Rebeca Palis.</p>
<p style="text-align: justify;">Também avançaram administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,0%). Por outro lado, houve queda no comércio (-2,0%), seguida pela variação negativa nas atividades imobiliárias (-0,4%) e estabilidade nas atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,0%).</p>
<p style="text-align: justify;">Já a indústria recuou com a queda nas indústrias de transformação (-2,5%), principalmente na atividade de bens de consumo duráveis. As indústrias extrativas (-2,4%) e a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,2%) também recuaram. O único resultado positivo foi na construção (1,5%).</p>
<p style="text-align: justify;">A agropecuária cresceu porque acabou a safra do café e do milho, cujas estimativas eram negativas. Isso acabou puxando o resultado do trimestre para cima em relação ao anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela ótica da despesa, houve crescimento no consumo das famílias (0,7%) e no consumo do governo (0,8%). Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) avançaram 0,4% no período. No que se refere ao setor externo, as exportações caíram 2,4%, enquanto as importações avançaram 0,5% em relação ao terceiro trimestre de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Sistema de Contas Nacionais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Sistema de Contas Nacionais apresenta os valores correntes e os índices de volume trimestralmente para o <a href="https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Produto Interno Bruto (PIB)</a> a preços de mercado, impostos sobre produtos, valor adicionado a preços básicos, consumo pessoal, consumo do governo, Formação Bruta de Capital Fixo, variação de estoques, exportações e importações de bens e serviços. No IBGE, a pesquisa foi iniciada em 1988 e reestruturada a partir de 1998, quando os seus resultados foram integrados ao Sistema de Contas Nacionais, de periodicidade anual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Fonte: Agência de Notícias do IBGE.</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fundação João Pinheiro apresenta perfil socioeconômico da região de Barbacena</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/fundacao-joao-pinheiro-apresenta-perfil-socioeconomico-da-regiao-de-barbacena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 12:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação João Pinheiro realizou, na quinta-feira, 12/08, o webinar Compreendendo as Características Socioeconômicas da Região Geográfica Intermediária de Barbacena. Esse foi o sétimo de uma série de 13 eventos dedicados à apresentação da situação social e econômica das regiões mineiras. Realizada em parceria com a Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Fundação João Pinheiro realizou, na quinta-feira, 12/08, o webinar Compreendendo as Características Socioeconômicas da <a href="http://fjp.mg.gov.br/regiao-geografica-intermediaria-de-barbacena/">Região Geográfica Intermediária de Barbacena</a>. Esse foi o sétimo de uma série de 13 eventos dedicados à apresentação da situação social e econômica das regiões mineiras. Realizada em parceria com a Escola do Legislativo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e a Associação Mineira de Municípios (AMM), esta edição da série contou com as participações dos convidados Regina Magalhães (ALMG) e da professora Simone de Faria, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ).</p>
<p style="text-align: justify;">A Região Geográfica Intermediária (RGInt) de Barbacena é composta por 49 municípios que somam 15.260,09 quilômetros quadrados (2,60% da área total de Minas Gerais). Nela, vivem 772,7 mil pessoas, o que corresponde a 3,7% da população mineira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aspectos sociais –</strong> De acordo com o Censo Demográfico de 2010, entre as 13 RGInt  de Minas Gerais, a de Barbacena era a segunda menor em termos populacionais, à frente somente da RGInt de Uberaba. O tamanho da população da RGInt está diretamente relacionado ao fato dela ser formada por poucos municípios que, de forma geral, são muito pequenos, e à sua baixa taxa média de crescimento populacional (menor que 1% ao ano entre 2000 e 2010).</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisadora Denise Maia explicou que, de acordo com as projeções populacionais realizadas pela FJP, a tendência é de crescimento nos próximos dez anos, mas de reversão desse quadro em 2040. “Nas projeções populacionais para a região vocês podem observar que há crescimento até 2030 e, a partir daí, decrescimento. Para 2040 estima-se que 49% dos municípios da RGInt de Barbacena registrarão taxas negativas de crescimento da população”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Índice Mineiro de Responsabilidade social, a situação da RGInt é pior que a do estado nas dimensões Saúde e Educação. No entanto, nas demais dimensões, a situação da RGInt de Barbacena é melhor que a do estado, com destaque para a dimensão Segurança Pública.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saneamento –</strong> Dos 49 municípios da RGInt de Barbacena, 23 (46,9%) declararam, em 2018, possuir política e 31 (63,3%), plano municipal de saneamento básico.  Do total de municípios, somente 44,9% declararam contar com ambos instrumentos de planejamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à cobertura de rede de abastecimento público de água, 71,4% possuíam o serviço de abastecimento provido pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa); 16,3% pelas prefeituras; e 4,1%, por serviços autônomos de água e esgoto (Saae) e por Departamento de Água e Esgoto. Quanto à cobertura de rede de esgotamento sanitário na RGInt, 18,4% recebiam o serviço pela Copasa; 6,1%, por SAAE; 51,0%, por prefeituras.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2018, 46,9% dos municípios da RGInt não possuíam esgoto tratado em relação à água consumida e 20,4% apresentaram percentual de cobertura desse serviço acima de 20%. “Os maiores percentuais de tratamento foram observados em Senhora de Oliveira (91,7%), Prados (64,8%) e Desterro do Melo (64,4%). De acordo com o SNIS, em 2018, os municípios de Belo Vale e Ibertioga possuíam 100% de tratamento do esgotamento coletado”, explicou o pesquisador Frederico Poley.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atividade econômica –</strong> A contribuição da RGInt de Barbacena para o PIB estadual cresceu de 3,0% em 2010 para 3,3% em 2013, retornou a 3,0% em 2016 e daí oscilou positivamente, para 3,1%, em 2018. A contribuição regional para o VAB da indústria estadual oscilou de 3,4% em 2010 para 4,3% em 2013 e daí, para 3,1% em 2016 e 3,5% em 2018. A contribuição regional para o VAB do comércio e demais serviços privados oscilou de 2,7% em 2010 para 2,8% em 2013, 2,6% em 2016 e 2,7% em 2018.</p>
<p style="text-align: justify;">A agropecuária tem sido uma atividade com participação cada vez maior da RGInt na economia estadual: 2,4% em 2010, 3,0% em 2013, 3,6% em 2016 e 3,4% em 2018. Na administração pública, houve forte estabilidade na participação da RGInt no período considerado: 3,7% em 2010 e 2013 e 3,8% em 2016 e 2018. No intervalo entre 2010 e 2018, portanto, ocorreram mudanças expressivas na composição setorial da produção e no peso da economia da RGInt de Barbacena para o total estadual.</p>
<p style="text-align: justify;">“Seis municípios perfizeram 72,7% do PIB da RGInt em 2018: Ouro Branco acumulou a maior participação, com 21,3%, seguido por Barbacena (14,9%), São João del Rei (11,2%), Conselheiro Lafaiete (11%), Congonhas (8,9%) e Jeceaba (5,3%)”, apresentou o pesquisador Raimundo Leal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PIB per capita –</strong> Em valores correntes, o PIB per capita de Minas Gerais evoluiu de R$ 17,9 mil em 2010 para R$ 23,7 mil em 2013, R$ 25,9 mil em 2016 e R$ 29,2 mil em 2018. Na RGInt de Barbacena, a evolução foi de R$ 14,5 mil para, respectivamente, R$ 21,4 mil, R$ 20,9 mil e R$ 24,8 mil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exportações –</strong> Em 2020, as exportações estaduais registraram crescimento de 4,3%. Nesse mesmo ano, as exportações da RGInt de Barbacena apresentaram retração de 8,8% em razão da retração das exportações de produtos siderúrgicos (obras de ferro fundido, ferro e aço; ferro fundido, ferro e aço). A participação das exportações dos municípios da RGInt correspondeu a 3% do total do estado, inferior à registrada em 2019 (3,4%).</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais produtos exportados são os siderúrgicos: obras de ferro fundido, ferro e aço; e ferro fundido, ferro e aço. Em 2020, as exportações de tubos ou perfis ocos de ferro ou aço reduziram-se 42,8% em valor e 41,3% em volume; as exportações de ferro fundido, ferro e aço retraíram-se 17,4%, registrando-se aumento das exportações dos produtos semimanufaturados (29,1%), mas queda das exportações de ferro-ligas (16,5%) e fio-máquina (33,9%).</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, em razão dos desdobramentos da pandemia da covid-19, houve retração das exportações para importantes mercados dos produtos siderúrgicos mineiros, destacando-se os Estados Unidos, países árabes e europeus. Com isso, a participação das exportações de obras de ferro fundido, ferro e aço registrou 28,3% em 2020, ante 45% em 2019, e as exportações de ferro fundido, ferro e aço, 32,8% ante 36,2%.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, as exportações de minério de ferro registraram crescimento expressivo de 1.287%. No ano anterior, em razão do rompimento da barragem em Brumadinho e da reclassificação dos padrões de segurança, as operações na Mina da Fábrica, localizada em Congonhas, foram suspensas. Em 2020, com a retomada da operação, a participação das exportações de minério de ferro saltou de 3% para 24,1%.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seus comentários finais, a professora Simone de Faria (UFSJ) ressaltou a preocupação com o planejamento para que o crescimento seja sustentável. “A siderurgia, que historicamente foi muito apoiada pelo setor público, seria um setor-chave na economia e, aí, a gente vê que ela não se coloca mais assim”, observou. “Isso me deixa um pouco mais à vontade para a crítica: a gente tem nos seus dados essa quebra em relação a esse setor, mesmo sendo muito importante para a economia, o que nos permite ver a necessidade de pensar, em termos de planejamento, em um processo de industrialização um pouco mais amigável com a questão ambiental”, completou.</p>
<p><em><strong>Informações da Fundação João Pinheiro</strong></em></p>
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