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	<title>Arquivos paralimpíadas - Folha de Barbacena</title>
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	<description>Informação sem fronteiras.</description>
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	<title>Arquivos paralimpíadas - Folha de Barbacena</title>
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		<title>Saiba como foi a estreia dos brasileiros nos Jogos Paralímpicos de Inverno 2022</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/saiba-como-foi-a-estreia-dos-brasileiros-nos-jogos-paralimpicos-de-inverno-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 12:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[paralimpíadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os seis atletas brasileiros nos Jogos Paralímpicos de Inverno Pequim 2022 estrearam na noite deste sábado, 05/03, e madrugada de domingo, 06/03 (horário de Brasília), no evento. No esqui cross-country, na prova longa feminina (15 km), a paranaense Aline Rocha foi a única representante do país e fez história na cidade de Zhangjiakou, 180 quilômetros a noroeste &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os seis atletas brasileiros nos Jogos Paralímpicos de Inverno Pequim 2022 estrearam na noite deste sábado, 05/03, e madrugada de domingo, 06/03 (horário de Brasília), no evento.</p>
<p style="text-align: justify;">No esqui cross-country, na prova longa feminina (15 km), a paranaense Aline Rocha foi a única representante do país e fez história na cidade de Zhangjiakou, 180 quilômetros a noroeste da capital chinesa.</p>
<p style="text-align: justify;">A brasileira terminou a disputa em um inédito sétimo lugar, com o tempo de 50min45s7, e alcançou a sua melhor participação em Jogos Paralímpicos de Inverno. Em 2018, na cidade coreana de PyeongChang, ela foi a primeira mulher do país a estar em uma edição dos Jogos de Inverno e, à ocasião, sua melhor classificação foi o 12º lugar na prova de média distância &#8211; que, até então, tinha 5 km.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, em 2022, nove atletas estiveram na prova longa e o pódio foi formado pela chinesa Yang Hongqiong, medalhista de ouro (43min06s7), pela norte-americana Oksana Masters, prata (43min38s8), e pela também chinesa Li Panpan (45min17s).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Foi difícil, mas foi muito bom. Sofri um pouquinho, porém estou muito feliz em estar em mais uma edição dos Jogos Paralímpicos de Inverno. Esta prova é a mais longa, então, eu fui mais controlada. Nas outras, irei forte do início ao fim, com a expectativa de ir melhor na de média distância (7,5km)&#8221;, analisou Aline, que ficou paraplégica após sofrer um acidente automobilístico aos 15 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado de Aline nesta madrugada é o segundo melhor do Brasil em Jogos Paralímpicos de Inverno. Apenas um posto acima do feito de Cristian Ribera na prova de longa distância dos Jogos de 2018, quando foi o sexto colocado.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em Pequim, Cristian Ribera conseguiu ser o melhor entre os quatro brasileiros na prova longa (18 km) do esqui cross-country, com a 14ª colocação. Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wesley dos Santos também disputaram a prova.</p>
<p style="text-align: justify;">Cristian concluiu o circuito em 52min29s1, tempo melhor até do que o que lhe garantiu a sexta colocação no Mundial de esportes de neve, em Lillehammer, na Noruega, no último mês de janeiro (52min37s4). Embora a distância seja a mesma, o nível de dificuldade do percurso e as condições climáticas acabam contando para efeitos de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Eu sei que fiz o meu melhor. Infelizmente, não foi o resultado que eu queria. Na hora da prova, o cansaço bateu. Agora, é continuar treinando para melhorar nas outras disputas&#8221;, disse Cristian, que nasceu com artrogripose, doença que provoca má-formação nas articulações das extremidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O paulista Guilherme Rocha fechou a prova em 19º lugar, com o tempo de 55min18s9, seguido pelo paraibano Robelson Lula, 20º, (57min17s7). O também paulista Wesley dos Santos terminou a disputa na 22ª posição (58min23s5).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao todo, 25 atletas iniciaram a prova. A medalha de ouro ficou com o chinês Zheng Peng (43min09s2), que fez dobradinha com o seu compatriota Mao Zhongwu (43min23s8), medalhista de prata. O bronze foi para o canadense Collin Cameron (47min36s6).</p>
<p style="text-align: justify;">Snowboard</p>
<p style="text-align: justify;">Já no snowboard cross, o gaúcho André Barbieri disputou as qualificatórias na classe LL1, para atletas com deficiência em uma ou ambas as pernas, no início da madrugada de domingo. Entre os 15 participantes, André fez o 13º melhor tempo: 1min18s30 em sua primeira descida. Na segunda, ele terminou o percurso em 1min19s48 e, como não conseguiu melhorar o tempo em relação à sua participação anterior, tal descida foi descartada. Nesta segunda-feira, 7, por volta de 0h30, o gaúcho disputará as finais da prova.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Fiz o que eu tinha previsto. Queria ter acertado o começo e consegui. Foi fantástico. Fui melhor do que dois atletas. Então, está excelente. Era o que esperava e fico feliz por estar na disputa&#8221;, avaliou André.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a programação completa dos atletas brasileiros até o fim dos Jogos Paralímpicos de Inverno Pequim 2022 e onde assistir:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Segunda-feira, 7 de março</strong></p>
<p style="text-align: justify;">0h30 &#8211; Finais do snowboard cross</p>
<p style="text-align: justify;">Flashes no SporTV 2</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Terça-feira, 8 de março</strong></p>
<p style="text-align: justify;">23h &#8211; Classificatórias do esqui cross-country masculino e feminino sprint (Aline Rocha, Cristian Ribera, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wesley Santos).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao vivo no SporTV 2</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quarta-feira, 9 de março</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1h &#8211; Semifinais e finais do esqui cross-country masculino e feminino sprint.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao vivo no SporTV2</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sábado, 12 de março</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1h &#8211; Finais do snowboard banked slalom (André Barbieri).</p>
<p style="text-align: justify;">Flashes no SporTV 2</p>
<p style="text-align: justify;">1h30 &#8211; Finais do esqui cross-country masculino e feminino média distância (Aline Rocha, Cristian Ribera, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wesley Santos).</p>
<p style="text-align: justify;">23h &#8211; Revezamento misto do esqui cross-country. Ao vivo no SporTV2</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Domingo, 13 de março</strong></p>
<p style="text-align: justify;">9h &#8211; Cerimônia de encerramento</p>
<p style="text-align: justify;">Ao vivo no SporTV2</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Foto: Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Paralimpíada de Tóquio não terá espectadores</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/paralimpiada-toquio-nao-tera-espectadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 19:33:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[paralimpíadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Já que o governo deve prorrogar as medidas de emergência contra a Covid-19 na capital e em outras regiões que sediarão os jogos, a Paralimpíada de Tóquio vai acontecer, de maneira geral, sem espectadores, disseram  os organizadores nesta segunda-feira (16/08). A presidente da Tóquio 2020, Seiko Hashimoto, pediu desculpas pela decisão depois das conversas entre &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já que o governo deve prorrogar as medidas de emergência contra a Covid-19 na capital e em outras regiões que sediarão os jogos, a Paralimpíada de Tóquio vai acontecer, de maneira geral, sem espectadores, disseram  os organizadores nesta segunda-feira (16/08).</p>
<p style="text-align: justify;">A presidente da Tóquio 2020, Seiko Hashimoto, pediu desculpas pela decisão depois das conversas entre autoridades de governo, os organizadores de Tóquio e representantes paralímpicos, pedindo às pessoas que assistam os Jogos em casa e que evitem comparecer a eventos nas ruas.</p>
<p style="text-align: justify;">As competições paralímpicas, que acontecerão entre 24/08 e 05/09, incluem natação, tênis de mesa, esgrima e basquete em cadeira de rodas, e mais de 4 mil atletas devem participar.</p>
<p style="text-align: justify;">O governo do Japão deve prorrogar as medidas de <em>lockdown</em> de seu estado de emergência em Tóquio e em outras regiões até 12/09. Deverão ampliar as restrições também a mais sete regiões, noticiou a mídia na manhã de hoje (16/08).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Informações da Agência Brasil</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Paralimpíada de Tóquio: Mariana D&#8217;Andrea será uma das atletas brasileiras em busca do ouro</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/paralimpiadas-halterofilismo-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Aug 2021 12:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher feita]]></category>
		<category><![CDATA[esporte]]></category>
		<category><![CDATA[japão]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[paralimpíadas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Paralimpíada de Tóquio começa dia 24/08, terça-feira, e assim como na Olimpíada, vamos conhecer e torcer para os atletas que representarão nosso país. Mariana D&#8217;Andrea, halterofilista, 23 anos e nascida em Itu, São Paulo, é uma das representantes do Brasil e vai participar da competição de levantamento de peso, também conhecida como halterofilismo. A &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Paralimpíada de Tóquio começa dia 24/08, terça-feira, e assim como na Olimpíada, vamos conhecer e torcer para os atletas que representarão nosso país. Mariana D&#8217;Andrea, halterofilista, 23 anos e nascida em Itu, São Paulo, é uma das representantes do Brasil e vai participar da competição de levantamento de peso, também conhecida como halterofilismo.</p>
<p style="text-align: justify;">A atleta chegou no Japão na sexta-feira (06/08), mas iniciou seus treinos somente na última quinta-feira (12/08). “No primeiro momento encontramos dificuldades para treinar em razão do isolamento que tivemos que seguir, porém, a energia de estar aqui e em condições de disputar uma medalha é inexplicável”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">A história de Mariana com o halterofilismo começou em 2015, quando seu treinador a convidou para conhecer o esporte. Desde então, a atleta começou a treinar todos os dias, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30, e já participou de competições, como Jogos Parapan-Americanos, campeonato mundial, copa do mundo, campeonato europeu, campeonato das Américas, eventos nacionais e Paralimpíada do Rio 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos esses campeonatos em que Mariana D&#8217;Andrea participou, somado também à dedicação diária aos treinos, fez com que a halterofilista ganhasse como atleta revelação 2016, melhor atleta da modalidade 2017 e 2018, medalha de ouro na copa do mundo 2016 Júnior, ouro no Open das Américas 2018, ouro no campeonato europeu 2018, prata no campeonato mundial time misto 2019 e ouro nos Parapan-Americanos 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Para complementar seu histórico de competições e vitórias, Mariana vai buscar em Tóquio mais uma medalha e, com certeza, alegrar a torcida brasileira com sua participação na Paralimpíada 2020.</p>
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