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	<title>Arquivos maternidade - Folha de Barbacena</title>
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	<description>Informação sem fronteiras.</description>
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	<title>Arquivos maternidade - Folha de Barbacena</title>
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	<item>
		<title>Projeto abraça estudantes-mães da Universidade</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/projeto-abraca-estudantes-maes-da-universidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2022 11:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Motiva]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher feita]]></category>
		<category><![CDATA[Vida da gente]]></category>
		<category><![CDATA[estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[ufsj]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto Estudantes Mães (R)Existem da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) tem como objetivo colocar em evidência a realidade vivida por essas mulheres através da arte. Atualmente, a iniciativa se trata de um coletivo que promove pesquisas e contribui para aprimorar a qualidade de vida desse público na Universidade e para reduzir as &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto Estudantes Mães (R)Existem da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) tem como objetivo colocar em evidência a realidade vivida por essas mulheres através da arte. Atualmente, a iniciativa se trata de um coletivo que promove pesquisas e contribui para aprimorar a qualidade de vida desse público na Universidade e para reduzir as desigualdades em termos das condições de estudo em relação aos pais das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto foi contemplado pelo processo seletivo de Criação e Circulação Artística da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Proex) e do Comitê de Criação e Circulação Artística (CCCA). Como resultado, produziu o curta documental <em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=73oMKRSWrEo&amp;feature=youtu.be">Hora incerta</a></em>, que apresenta as angústias, as dificuldades e os desafios enfrentados por mães durante a faculdade. As ações incluíram ainda a afixação de lambe-lambes nos espaços da UFSJ.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foi selecionado pelo Edital 2021.2 #TAMUJUNTO da Seção Sindical de Docentes (ADUFSJ), que objetivou subsidiar ações solidárias durante a pandemia da covid-19. O protagonismo dos docentes era um dos requisitos dos projetos contemplados, que receberam, cada um, contribuição no valor de R$ 3,6 mil, dividido em três parcelas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com uma das coordenadoras do Estudantes Mães (R)Existem, a professora do Departamento de Ciências da Educação, Fernanda Omelczuk, o projeto busca chamar a atenção para questões vividas por essas mulheres. “O Estudantes Mães (R)Existem surgiu com o intuito de dar visibilidade às discentes com filhos, tentando pensar temáticas e ações de apoio a essas alunas, de modo a contribuir para sua permanência na Universidade. Criado como uma iniciativa para produção artística, o projeto cresceu e se tornou um grupo que levanta e sugere questões, voltadas a melhorar a qualidade de vida das alunas mães e, consequentemente, de outras mães que atuam no âmbito universitário.”</p>
<p style="text-align: justify;">A página do <a href="https://www.instagram.com/estudantesmaesrexistem/">Instagram</a> também traz uma série de informações e dicas sobre as ações disponibilizadas pela UFSJ para atender a esse público, como <a href="https://ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/proae/PROGRAMAS%20DE%20ASSISTENCIA/AUXILIO%20CRECHE.pdf">auxílio-creche</a> e o Regime Especial de Estudos, aprovado pelo Conselho Universitário. O coletivo realiza ainda postagens que permitem acompanhar o andamento de solicitações voltadas a atender às necessidades dessas mães na UFSJ e realiza pesquisas junto à comunidade acadêmica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Projeto</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Estudantes Mães (R)Existem surgiu em 2019 de forma voluntária, idealizado pela estudante do curso de Teatro, Lis Coelho, com suporte dos fotógrafos Marcius Barcelos, da UFSJ, e Rafael Nascimento, aluno do curso de Jornalismo. A equipe fotografou estudantes mães e afixou as imagens em alguns campi da Universidade, com o intuito de destacar, por meio da arte, a causa das mulheres que se tornam mães quando estão no Ensino Médio e no Ensino Superior, trazendo à tona essa realidade e a luta em prol de seus direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2020, as professoras Fernanda Omelczuk, do Departamento de Ciências da Educação, e Fernanda Nascimento Corghi, do Departamento de Arquitetura, Urbanismo e Artes Aplicadas, ambas mães, se identificaram com a proposta e passaram a integrar o projeto.</p>
<p><iframe title="Hora incerta" width="1220" height="686" src="https://www.youtube.com/embed/73oMKRSWrEo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agosto Dourado: saiba quais são os 10 passos do aleitamento materno</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/agosto-dourado-saiba-quais-sao-os-10-passos-do-aleitamento-materno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 12:33:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher feita]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[santa casa de misericórdia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Santa Casa de Misericórdia de Barbacena, dentro de suas atividades voltadas para o incentivo à amamentação, trabalha os dez passos do Aleitamento Materno. Saiba quais são todos eles: 1 – Ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, que deve ser rotineiramente transmitida a toda a equipe do serviço; 2 – Treinar toda a equipe, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Santa Casa de Misericórdia de Barbacena, dentro de suas atividades voltadas para o incentivo à amamentação, trabalha os dez passos do Aleitamento Materno.</p>
<p>Saiba quais são todos eles:</p>
<p>1 – Ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, que deve ser rotineiramente transmitida a toda a equipe do serviço;</p>
<p>2 – Treinar toda a equipe, capacitando-a para implementar essa norma;</p>
<p>3 – Informar todas as gestantes atendidas sobre as vantagens e o manejo da amamentação;</p>
<p>4 – Ajudar a mãe a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o parto;</p>
<p>5 – Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo se vierem a ser separadas de seus filhos;</p>
<p>6 – Não dar a recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser que tenha indicação clínica;</p>
<p>7 – Praticar o alojamento conjunto – permitir que mães e bebês permaneçam juntos 24 horas por dia;</p>
<p>8 – Encorajar a amamentação sob livre demanda;</p>
<p>9 – Não dar bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas;</p>
<p>10 – Encorajar o estabelecimento de grupos de apoio à amamentação, para onde as mães devem ser encaminhadas por ocasião da alta hospitalar.</p>
<p><em><strong>Com informações da Santa Casa de Misericórdia</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mar de Dentro: filme que traz uma visão crítica da maternidade estreia no próximo mês</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/mar-de-dentro-filme-que-traz-uma-visao-critica-da-maternidade-estreia-no-proximo-mes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Feb 2022 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cine Caverna]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher feita]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[mar de dentro]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[No próximo dia 7 de abril, chega aos cinemas o longa Mar de Dentro, um filme que traz como tema principal as principais questões da maternidade. O longa tem distribuição da Califórnia Files e é produzido pela Muiraquitã Filmes em coprodução com a Elástica Filmes e o Telecine. Mais de uma década atrás, quando começou &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No próximo dia 7 de abril, chega aos cinemas o longa <em>Mar de Dentro</em>, um filme que traz como tema principal as principais questões da maternidade. O longa tem distribuição da Califórnia Files e é produzido pela Muiraquitã Filmes em coprodução com a Elástica Filmes e o Telecine.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais de uma década atrás, quando começou a pensar no trabalho, a diretora e corroteirista Dainara Toffoli foi questionada inúmeras vezes se a maternidade, em si, daria um filme. &#8220;Queriam saber qual seria a trama, qual seria a grande história. Para a maioria das pessoas, falar sobre maternidade não seria suficiente. Foram muitos anos para conseguir o financiamento. Percebi que a maternidade real, não idealizada, era um tema tabu. Mas eu precisava falar sobre isso e tinha uma intuição forte de que as mulheres iriam se identificar. Não é à toa que a Eliane Ferreira, produtora do filme, é mulher e mãe. Desde o início, sentíamos a mesma urgência. E esta parceria foi muito importante para que não desistíssemos depois dos inúmeros nãos”, ela declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Protagonizado por Monica Iozzi, Mar de Dentro tem como personagem principal Manuela, uma mulher independente e bem sucedida, que descobre uma gravidez não-planejada. Após uma série de problemas, a maternidade se concretiza em sua vida e ela descobre que terá de aprender como ser mãe, mesmo sem gostar da maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Monica, que tem ganhado destaque como atriz muito conhecida no meio da comédia, aponta o novo trabalho como um começo na busca por outros gêneros em sua carreira. &#8220;Quem me conhece da novela na televisão nunca me viu nesse outro registro, então deverá ser uma surpresa pra quem me acompanha. Mas acho que devo deixar claro que gosto sim de fazer humor, que sou muito grata a tudo que o humor me proporcionou até agora&#8221;, a atriz contou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ela, o fato de ser uma história que mostra uma mulher que vive uma situação limite a atraiu muito para o projeto. &#8220;Mas o primeiro ponto que me chamou a atenção é que a Manu não tem o perfil que estamos acostumados a ver das mulheres. Ela é uma mulher realmente que adora o trabalho, que é bem sucedida e muito exigente. E ela também tem uma relação livre com um cara e está tudo bem com isso também. Então, me atraiu muito poder mostrar uma mulher assim com um olhar mais contemporâneo&#8221;, falou sobre sua personagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Dainara, que assina o roteiro com Elaine Teixeira, acredita que há muita solidão e, até mesmo, um luto na maternidade. &#8220;Chegamos do hospital com um bebê no colo e uma dura e solitária rotina desaba sobre nossas cabeças. Para a sociedade, a mulher grávida ou com criança pequena é um certo fardo destituído de suas antigas capacidades. Assim, quando a mulher decide ter um filho, ela precisa saber que é uma rotina que vai enfrentar, na maior parte das vezes, sozinha. A licença paternidade é de cinco dias. Um bebê exige 24 horas de atenção. Ter um filho custa caro e não há uma rede de apoio. Quando vemos, estamos tentando dar conta de tudo e abrindo mão das nossas aspirações. Com tanta idealização, o que sobra para a mulher é cobrança, cansaço e um sentimento de culpa constante.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A produtora Eliane Ferreira aponta que Mar de Dentro traz uma outra visão sobre a maternidade, comumente romantizada no cinema. &#8220;Ou é a maternidade excessivamente idealizada, em que o filme normalmente acaba quando o filho nasce. É a realização de ser mãe, &#8216;pronto, consegui, sou feliz para sempre&#8217;. Ou é algo retratado totalmente fora do padrão, problemática. Mas acredito que esta repetição de abordagem possa ter a ver com o fato de o cinema ter sido feito, por muito tempo, majoritariamente por homens. O olhar masculino sempre foi tão dominante que, mesmo para as mulheres que fazem cinema, talvez falar sobre maternidade desta forma realista como fazemos em aqui, ou em outras abordagens de outros projetos de cinema, poderia parecer fragilidade.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Dainara acrescenta que esta suposta fragilidade não condiz com a realidade. &#8220;Na verdade, a maternidade é de uma potência enorme. Por isso, quis mostrar o puerpério, algo absolutamente do espaço da mulher e dos homens trans sobre o qual falta reflexão. Hoje se fala do puerpério, mas esta é uma palavra muito nova na nossa cultura. Ser mãe é virar bicho. Peito inchado, melecado e vertendo leite. Exaustão. Fadiga. Aquela sensação constante de se ver como a vítima em um filme de vampiro: sugada e insone. É horrível e pode ser belo ao mesmo tempo,&#8221; completa ela.</p>
<p style="text-align: justify;">O equilíbrio entre força e doçura é uma das chaves da narrativa de Mar de Dentro. Ainda que a situação financeira de Manuela seja confortável, ao encarar a maternidade praticamente sozinha em uma cidade que mais isola do que une as pessoas, ela vive um processo crucial de autodescoberta. Em vez de romantizado, o processo de se tornar mãe é visto com humanidade e com todas as contradições que ele traz.</p>
<p style="text-align: justify;">Mônica aponta que há uma pesquisa que revelou que aproximadamente 47% das mulheres são demitidas ou então acabam perdendo posições na hierarquia do trabalho nos dois anos seguintes à maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A diretora ressalta que em seu filme, além da maternidade em si, está discutindo outras questões relacionadas ao tema, como a vida profissional da mulher que acaba de ter um filho, ou o desejo e o prazer feminino. &#8220;Este é um filme de mulheres. Há dez anos ninguém falava sobre isso. Tateamos um lugar que depois se tornou mais que um assunto, virou uma luta. Foi um processo duro, mas recompensador&#8221;, finaliza.</p>
<p style="text-align: justify;">Monica, por sua vez, acrescenta que, apesar de ter a mulher e assuntos relacionados com ela, ao centro, Mar de Dentro é um filme que deve ser visto também pelo público masculino. &#8220;Há alguns temas que são difíceis de interessar aos homens porque para a grande maioria são questões que pertencem ao universo feminino única e exclusivamente. Há a velha questão do pai que é um puta paizão se ele troca uma fralda ou a do &#8216;meu marido é ótimo, ele me ajuda tanto.&#8217; Mas acho também que tem uma coisa que talvez esse filme consiga furar um pouquinho, que é essa bolha. Isso porque realmente não é uma história que vai na linha de &#8216;que linda a maternidade&#8217;. Tem outras questões.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">O ator Rafael Losso, que interpreta o principal personagem masculino do filme, destaca a importância de ter uma diretora mulher à frente dessa história. &#8220;Pensando na história do cinema, quantos homens não quiseram contar ou contaram histórias de mulheres? E receberam prêmios por isso. Ou quanto a gente já não roubou histórias que, na verdade, deveriam estar sendo contadas por mulheres. As mulheres têm o direito de fazer o que elas quiserem. Pensando em Mar de Dentro e na vivência da Dainara, pensando também em outras mulheres, um diretor poderia contar a história da Manuela, mas não da forma como ela conta. Foi um prazer trabalhar com ela.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Desde sua estreia na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o filme recebeu diversos elogios. José Geraldo Couto, no site do Instituto Moreira Salles, escreveu que o longa tem &#8220;narrativa eficiente [&#8230;] que faz aflorar questões sobre o lugar da mulher numa sociedade machista.&#8221; Isabel Wittmann, em Estante da Sala, diz que &#8220;O ponto forte do filme está nos pequenos detalhes: nas rotinas, nas descobertas, nas delicadezas, na forma como mostra como cada pessoa tem um palpite, mas, no final, o que resta é a solidão da mãe e suas escolhas, ainda que em um contexto tão privilegiado. Mar de Dentro não romantiza a maternidade, mas a trata com uma beleza melancólica.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Zanin, de O Estado de S. Paulo, escolheu Mar de Dentro como um de seus longas favoritos do festival: &#8220;Um tratamento simples e honesto sobre a questão da maternidade. Em meio a muitas firulas e poucos resultados, o cinema brasileiro (pelo menos pela amostra apresentada), esse tipo de obra, que deseja se comunicar sem baratear suas ideias, merece ser destacado. É melhor que muito filme-cabeça pretensioso.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Canal Futura estreia &#8220;Primeiros Anos&#8221;, série que aborda os direitos da criança e a importância do desenvolvimento infantil</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/canal-futura-estreia-primeiros-anos-serie-que-aborda-os-direitos-da-crianca-e-a-importancia-do-desenvolvimento-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Nov 2021 14:23:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida da gente]]></category>
		<category><![CDATA[canal futura]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
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					<description><![CDATA[Vinte histórias de diferentes infâncias, pautadas em diversidade e vivências distintas da maternidade e paternidade estarão na série &#8220;Primeiros Anos&#8221;, um programa que vai ao ar no dia 16 de novembro, às 19h45, no Canal Futura. Parceria entre a Fundação Roberto Marinho e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, a série aborda temas como representatividade &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Vinte histórias de diferentes infâncias, pautadas em diversidade e vivências distintas da maternidade e paternidade estarão na série &#8220;Primeiros Anos&#8221;, um programa que vai ao ar no dia 16 de novembro, às 19h45, no Canal Futura. Parceria entre a Fundação Roberto Marinho e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, a série aborda temas como representatividade negra, indígena e LGBTQIA+; desafios e preconceitos enfrentados por crianças com deficiência; saúde; imigração; e as diferentes formas de educar.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">O programa traz histórias de pessoas diferentes, de diversos lugares do Brasil, com culturas e crenças diversificadas, mas todas com um ponto em comum: a importância da atuação parental na construção de valores das crianças, respeitando seus direitos, partindo de um olhar criativo no processo de educação e valorizando a diversidade. &#8220;Primeiros Anos traz uma série de temas importantes e fundamentais para serem contextualizados e discutidos em casa, na família e também na escola. É a busca de uma reflexão sobre a temática da primeira infância também para o espectador, quer seja ele identificado ou não por algum case.&#8221; conta André Libonati, líder de projetos do Canal Futura. Segundo ele, o programa constrói a narrativa baseada na diversidade. &#8220;Primeiros Anos traz também um retrato das novas formações de família, onde o amor é a peça-chave para a educação e desenvolvimento da criança. É uma série que traz esperança. E tudo isso sob o olhar e realização de jovens espalhados pelas 5 regiões brasileiras, oriundos da oficina Geração Futura, ratificando o nosso compromisso em formar juventudes no audiovisual e reforçar a produção colaborativa e diversificada do Futura&#8221;. Complementa Libonati.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Para Paula Perim, diretora de comunicação e sensibilização da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, a série vai muito além do discurso sobre a importância do desempenho parental na garantia de todos os direitos da criança. Trata-se da construção de uma relação com a criança como ser humano, levando em consideração suas próprias opiniões e experiências individuais. &#8220;Primeiros Anos é uma produção muito importante porque amplia o horizonte ao colocar a criança como protagonista e sujeito de direitos. Nela, vemos a importância da fala, do estímulo, das interações da criança com o mundo que a rodeia sob a perspectiva dela, da própria da criança, e é justamente nisso que reside a grande potência dessa produção&#8221;, complementa Perim. A série traz ainda uma reflexão sobre como os primeiros anos da criança influenciam atitudes, comportamentos e a construção da personalidade ao longo da vida.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div></div>
</td>
<td>
<div></div>
</td>
<td>
<div></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;">Produzida por jovens realizadores egressos da oficina Geração Futura Juventudes &#8211; um projeto que ajuda jovens universitários a se conectarem com o universo de audiovisual e colocar em prática os aprendizados a partir do incentivo de novas produções &#8211; a série é composta por 20 episódios e faz parte de um conjunto de programações com o intuito de fortalecer a rede de atuação do Futura dedicada à Educação Básica, a fim de ampliar a representatividade das diferentes infâncias e adolescências nas telas e o alcance de atuação nos territórios brasileiros. O Futura retomou a faixa infantil recentemente e esta é a terceira produção original do Canal que chega para complementar a grade. A nova faixa infantil tem o objetivo de abordar diversidade, identidade e direito das crianças. Até o fim do ano, o Canal promove um conjunto de iniciativas multiplataformas com conteúdos audiovisuais, cursos, mobilizações que apoiam professores, estudantes e famílias. Além das exibições no Canal Futura, os episódios ficam disponíveis também nos Canais Globo e Globoplay.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">SERVIÇO:</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Primeiros Anos</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Histórias de infâncias diversas, focando a atenção narrativa na atuação parental e sua interação com o universo infantil, através do olhar criativo e diversificado de jovens realizadores.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Estreia: 16 de novembro (terça-feira), às 19h45. Novos episódios toda terça-feira.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Reprises: Terças, 0h; quintas, 15h15; Domingos, 18h30</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Classificação: livre</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Episódios:</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Era uma vez o mundo</h4>
<div style="text-align: justify;">Mathias cresce entendendo a importância da representatividade negra. A construção dessa identidade vem da relação familiar que enfatiza a utilização de brinquedos focados na cultura afro.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Infância Pataxó</h4>
<div style="text-align: justify;">A rotina e a educação das crianças da Reserva Indígena Pataxó das Jaqueiras &#8211; Porto Seguro/BA, onde elas são consideradas &#8220;Símbolos Sagrados&#8221; e toda a comunidade é responsável por educá-las e protegê-las.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Tudo novo de novo</h4>
<div style="text-align: justify;">Isabella e Antônio são pais de Chloe e Nina. Em meio à pandemia, o casal espera superar os desafios da alimentação saudável juntamente com a complexidade da maternidade, é o que esse casal espera superar.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Infância trans</h4>
<div style="text-align: justify;">Duda cresce em um ambiente cercado de amor. Com dois pais e uma mãe, ele encontrou força na família para, aos 6 anos, se reconhecer como um menino trans.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">A grande família de João</h4>
<div style="text-align: justify;">João, de 6 anos, cresce em suas 2 casas com seu pai e suas 2 mães, tornando-se esperto, criativo e curioso. Sua família vive em harmonia, mas também enfrenta preconceitos por sua diferente estrutura.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">A menina que dança</h4>
<div style="text-align: justify;">Manu, bailarina de 5 anos, vive no Complexo do Alemão. O curta mostra a importância do balé para o seu crescimento, o contexto em que ela vive, sua infância e sua relação com as pessoas ao seu redor.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">A colorida família de Miguel</h4>
<div style="text-align: justify;">Em Vitória da Conquista/BA, Luiz Miguel tem os cuidados de sua mãe Rebeca e vive numa atípica e harmoniosa construção familiar recheada de carinho, afeto e responsabilidade com sua infância.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Otto</h4>
<div style="text-align: justify;">Na Aldeia Pankararu, sertão de Pernambuco, vive Otto, de 5 anos. Afeto, tradição e coletividade são valores essenciais, formados por troncos familiares e onde a criança é apadrinhada pela comunidade.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Escola Mont-Serrat</h4>
<div style="text-align: justify;">A rotina de estudo, aprendizagem, trabalho familiar e da escola comunitária Mont-Serrat são fundamentais para que os pequenos Arthur e Júlia consigam desenvolver seus primeiros passos na educação.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Curumim</h4>
<div style="text-align: justify;">Os curumins Tremembé da Barra do Mundaú desde cedo aprendem sobre sua identidade indígena. Crianças como a Cecília, de 5 anos, crescem sabendo da importância de manter viva a identidade de seu povo.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Brincar</h4>
<div style="text-align: justify;">O documentário pretende &#8220;brincar&#8221; com o telespectador, fazendo ele rir, se divertir e principalmente refletir sobre o quão sério é o ato de brincar e seus benefícios no desenvolvimento da criança.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Geração de anjos</h4>
<div style="text-align: justify;">Sophia, Guilherme, Luiz e Jayanne fazem parte da geração de crianças com microcefalia, em decorrência do Zika Vírus, em Pernambuco. A primeira infância é repleta de desafios, amor, luta e descobertas.</p>
</div>
<h5 style="text-align: justify;">Educação ancestral</h5>
<div style="text-align: justify;">O documentário mostra as formas de transmissão de conhecimento tanto ancestral quanto tradicional da Comunidade Quilombola Rincão da Faxina, na cidade de Piratini/RS.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Brincadeiras tradicionais</h4>
<div style="text-align: justify;">Promover uma infância com mais brincadeiras e interações é a missão do pai, pedagogo e gestor cultural Bruno Lopes, que percebeu de perto como o brincar perdeu espaço para telas e para a tecnologia.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">DesConectadas</h4>
<div style="text-align: justify;">Já pensou em uma infância offline? Mariana e Isadora, vivem no interior do Piauí, não possuem eletricidade na sua casa nem na sua escola e tem um ritmo de vida bem diferente.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Autismo</h4>
<div style="text-align: justify;">No nordeste do país, Kauan, de 4 anos, tem grau 2 de autismo. Hoje, ele frequenta o Instituto Amigos do Autista e, diferente de muitas crianças com a condição dele, vai à uma escola regular.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Vacinação infantil</h4>
<div style="text-align: justify;">O documentário acompanha uma família que mantém o calendário de vacinação dos seus filhos em dia e acredita que as vacinas, oferecidas pelo SUS, é um dos principais métodos preventivos contra doenças.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Gestos</h4>
<div style="text-align: justify;">Os desafios e preconceitos enfrentados durante o desenvolvimento de crianças surdas e de como o ensino de Libras e música ajudam a proporcionar um ambiente enriquecedor durante a primeira infância.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Crianças imigrantes</h4>
<div style="text-align: justify;">Salsabil é uma refugiada síria. No início, a adaptação com os costumes brasileiros e a língua foram difíceis, mas os professores foram peças fundamentais para a evolução e a inserção dos seus 4 filhos.</p>
</div>
<h4 style="text-align: justify;">Ressignificando a identidade na infância</h4>
<div style="text-align: justify;">No Quilombo do Abacatal, em Ananindeua/PA, Vanuza, líder comunitária, buscou inserir a neta de 6 anos, no cultivo de plantas medicinais, como forma de manter os ensinamentos tradicionais da comunidade.</div>
<div></div>
<div><em><strong>Com informações: Caroline Romano / Approach.</strong></em></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Riscos para a saúde cardiovascular das crianças ao substituir o leite materno por fórmulas lácteas artificiais</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/riscos-para-a-saude-cardiovascular-das-criancas-ao-substituir-o-leite-materno-por-formulas-lacteas-artificiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Oct 2021 12:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunista - Jeanne Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher feita]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Jeane Carvalho A amamentação nos primeiros dias de vida está associada à redução da pressão arterial. Essa é a conclusão de um estudo recente, desenvolvido pelo Canadian Healthy Infant Longitudinal Development e publicado no Journal of the American Heart Association. O estudo alerta para os efeitos adversos da substituição do leite materno por fórmulas &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Jeane Carvalho</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">A amamentação nos primeiros dias de vida está associada à redução da pressão arterial. Essa é a conclusão de um estudo recente, desenvolvido pelo Canadian Healthy Infant Longitudinal Development e publicado no Journal of the American Heart Association. O estudo alerta para os efeitos adversos da substituição do leite materno por fórmulas lácteas artificiais para a saúde cardiovascular em idade adulta, no entanto, a quantidade de amamentação necessária para atingir esse benefício é desconhecida.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram analisadas 2.382 crianças com dados completos sobre alimentação e pressão arterial no início da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Este estudo foi composto por 3 grupos e foram avaliados os valores de tensão arterial aos 3 anos de idade, em cada um dos grupos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Crianças amamentadas apenas durante o período de internamento hospitalar pós-parto</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Crianças amamentadas ao longo dos 2 anos de vida</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Crianças não amamentadas</p>
<p style="text-align: justify;">Verificou-se que no grupo de crianças não amamentadas, os valores de tensão arterial eram superiores aos aferidos em crianças amamentadas, independentemente do período de duração da amamentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes resultados reforçam a importância do apoio precoce para promover a amamentação, evitando a introdução de fórmulas lácteas artificiais, as quais estão associadas a valores mais elevados de tensão arterial aos 3 anos de idade, com potenciais implicações na saúde cardiovascular da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Você está grávida e quer se preparar para a amamentação? Faça uma consultoria em amamentação e fique por dentro de tudo para ter uma amamentação de sucesso. Nossa clínica Neonascer oferece consultoria personalizada para tirar todas as suas dúvidas, seja na gravidez ou após o parto o parto. Agenda agora pelo telefone 32 3321 6967 ou acesse nosso site <a href="http://www.neonascer.com.br">www.neonascer.com.br</a>. Consultas presenciais e online.</p>
<p style="text-align: justify;">A leitura do artigo completo está disponível aqui: <a href="https://www.ahajournals.org/doi/full/10.1161/JAHA.120.019067?fbclid=IwAR0xAA7Pv5p9qRsmALL-BPULx_8vZW7p1WzJC5Ic7b_Wp9gdvqiOfYIIZlg">https://www.ahajournals.org/doi/full/10.1161/JAHA.120.019067</a></p>
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		<title>Coisa de Mãe &#8211; Verdades da Maternidade</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/coisa-de-mae-verdades-da-maternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 14:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher feita]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast Coisa de Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[coisa da mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[Andreia Souza é psicóloga, empreendedora e mãe do Heitor e da Heloísa. Em sua conta do instagram traz vários temas sobre maternidade e conta verdades que precisam ser ditas. Nesse bate-papo com a jornalista e apresentadora  do Coisa de Mãe, Flávia Siqueira, Andreia relembrou os tempos de  psicóloga escolar, falou sobre o luto de perder &#8230;]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Andreia Souza é psicóloga, empreendedora e mãe do Heitor e da Heloísa. Em sua conta do instagram traz vários temas sobre maternidade e conta verdades que precisam ser ditas. Nesse bate-papo com a jornalista e apresentadora  do Coisa de Mãe, Flávia Siqueira, Andreia relembrou os tempos de  psicóloga escolar, falou sobre o luto de perder um filho e sobre todas as expectativas que criamos na maternidade e a realidade de uma mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">
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<p style="text-align: justify;"><iframe loading="lazy" src="https://anchor.fm/portal-bcn/embed/episodes/Coisa-de-Me---Verdades-da-Maternidade-e18gh0f" width="1024px" height="102px" frameborder="0" scrolling="no"><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Coisa de Mãe &#8211; Um relato sobre maternidade</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/coisa-de-mae-um-relato-sobre-maternidade/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2021 18:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher feita]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast Coisa de Mãe]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste novo episódio de Coisa de Mãe, a jornalista Flávia Siqueira bate um papo com a empreendedora e mãe dos gêmeos Ellen e Elias, Beatriz  Moraes, que faz um belo relato sobre a maternidade. Neste bate-papo, Bia conta sobre o sonho de ser mãe e todos os percalços até sua realização. &#160; ﻿]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Neste novo episódio de Coisa de Mãe, a jornalista Flávia Siqueira bate um papo com a empreendedora e mãe dos gêmeos Ellen e Elias, Beatriz  Moraes, que faz um belo relato sobre a maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste bate-papo, Bia conta sobre o sonho de ser mãe e todos os percalços até sua realização.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><iframe loading="lazy" src="https://anchor.fm/portal-bcn/embed/episodes/Coisa-de-Me---Um-relato-sobre-maternidade-e182s3a" width="1024px" height="102px" frameborder="0" scrolling="no"><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Coisa de Mãe &#8211; O primeiro ano de maternidade</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/coisa-de-mae-o-primeiro-ano-de-maternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Sep 2021 15:41:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste episódio, no retorno do podcast Coisa de  Mãe, a mãe de gêmeos e jornalista Flávia Siqueira fala sobre as vivências e aprendizados que o primeiro ano de maternidade trouxe. &#160; ﻿]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Neste episódio, no retorno do podcast Coisa de  Mãe, a mãe de gêmeos e jornalista Flávia Siqueira fala sobre as vivências e aprendizados que o primeiro ano de maternidade trouxe.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><iframe loading="lazy" src="https://anchor.fm/portal-bcn/embed/episodes/Coisa-de-Me---O-primeiro-ano-de-maternidade-e17o7be" width="1024px" height="102px" frameborder="0" scrolling="no"><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Segredos da Estética &#8211; Importância da massagem em bebês</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/segredos-da-estetica-importancia-da-massagem-em-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 14:50:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste episódio de Segredos da Estética, Val Mello fala sobre a importância da massagem em bebês. &#160; ﻿]]></description>
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<p style="text-align: justify;">Neste episódio de Segredos da Estética, Val Mello fala sobre a importância da massagem em bebês.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p><iframe loading="lazy" src="https://anchor.fm/portal-bcn/embed/episodes/Segredos-da-Esttica---Importncia-da-massagem-em-bebs-e16oug4" width="1024px" height="102px" frameborder="0" scrolling="no"><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Podcast Coisa de Mãe recebe a autora Camila Dutra</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/podcast-coisa-de-mae-recebe-a-autora-camila-dutra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 22:03:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Neste  episódio do Coisa de Mãe, Flávia Siqueira recebe a escritora, Pedagoga e Mestre em Educação pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) e atual orientadora educacional do Colégio Tiradentes da cidade de Vespasiano. O tema deste episódio é a chegada de um novo filho. &#160; ﻿]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Neste  episódio do Coisa de Mãe, Flávia Siqueira recebe a escritora, Pedagoga e Mestre em Educação pela Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) e atual orientadora educacional do Colégio Tiradentes da cidade de Vespasiano. O tema deste episódio é a chegada de um novo filho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://anchor.fm/folha-de-barbacena/embed/episodes/Coisa-de-Me---Ep-12---Que-legal--A-famlia-cresceu-e13r2il/a-a61ubeq" width="1024px" height="102px" frameborder="0" scrolling="no"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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