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		<title>Câncer de mama: 13% dos casos no Brasil poderiam ser evitados com mudanças de hábitos</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 18:37:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um estudo divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) órgão ligado ao Ministério de Saúde, informou que no ano de 2020, 13% dos casos de câncer de mama no Brasil poderiam ser evitados pela redução de hábitos relacionados ao estilo de vida. Entre eles, estão a alimentação inadequada, excesso de peso, falta de atividade física, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) órgão ligado ao Ministério de Saúde, informou que no ano de 2020, 13% dos casos de câncer de mama no Brasil poderiam ser evitados pela redução de hábitos relacionados ao estilo de vida. Entre eles, estão a alimentação inadequada, excesso de peso, falta de atividade física, consumo de bebida alcóolica e ausência de aleitamento materno.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa também revelou que R$102 milhões dos gastos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2018 com o tratamento poderiam ser poupados se investidos na redução destes fatores de riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">No país, o câncer de mama é o que mais incide entre as mulheres e a maioria dos casos estão nas regiões Sul e Sudeste. De acordo com os dados do Inca, só em 2021 devem ser registrados 66 mil novos casos. Além disso, o instituto também mostra que atualmente o principal fator de risco é a idade: 4 em cada 5 novos casos ocorrem após os 50 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro dado que chama a atenção é que o intervalo entre os diagnósticos da doença até o início do tratamento chega a passar de 60 dias. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Marceli de Oliveira Santos, a situação é preocupante.</p>
<p style="text-align: justify;">O chefe da Divisão de Detecção Precoce do INCA, o médico Arn Migowski, apresentou os dados sobre o diagnóstico precoce e o rastreamento da doença no Brasil. De acordo com um raio x apresentado, mulheres com o Ensino Superior completo tem mais acesso ao exame de mamografia – 84% delas conseguem realizar o exame que detecta a doença. Já entre as mulheres sem instrução, somente 58% tem acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, também foi divulgado que 62% das mulheres brancas fizeram mamografia nos últimos dois anos, enquanto em relação às mulheres pardas o índice é de 54% e pretas 56%.</p>
<p style="text-align: justify;">A desigualdade econômica também é um fator evidente em relação a situação socioeconômica das mulheres: 84% das mulheres com renda acima de cinco salários mínimos fizeram a mamografia nos últimos dois anos. O percentual não chega a 43% quando se trata de mulheres que não tem renda ou ganham menos que ¼ do salário mínimo.</p>
<p><em><strong>Com informações da Agência Brasil</strong></em></p>
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