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	<title>Arquivos história - Folha de Barbacena</title>
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	<title>Arquivos história - Folha de Barbacena</title>
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	<item>
		<title>Conheça a história da musica Psycho Killers de Talking Heads com Noyara Duarte</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/conheca-a-historia-da-musica-psycho-killers-de-talking-heads-com-noyara-duarte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Apr 2023 13:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[música: Noyara Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[Noyara traz todo domingo um clássico da década de 1980 para os leitores da FB]]></description>
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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Conheça a história da musica Psycho Killers de Talking Heads com Noyara Duarte" width="1220" height="686" src="https://www.youtube.com/embed/tqP8Fo41B1s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje é domingo e é dia de fazermos mais uma viagem aos anos de 1980 com Noyara Duarte. Desta vez é hora de relembrarmos a música Psycho Killers de Talking Heads e a história desta canção! Confira no vídeo.</p>



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		<title>Rua Teobaldo Tolendal é tema do Pelas Ruas de Bequê</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/rua-teobaldo-tolendal-e-tema-do-pelas-ruas-de-beque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 11:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Vida da gente]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[pelas ruas de bequê]]></category>
		<category><![CDATA[teobaldo tolendal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um projeto de resgate da história e cultura barbacenense, a Vem di Bequê vem se destacando desde o início do ano com produtos diferenciados que remetem à valorização do amor por Barbacena. Um destes projetos é a série de vídeos Pelas Ruas de Bequê, que conta a história das personalidades que dão nomes às &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em um projeto de resgate da história e cultura barbacenense, a <a href="https://www.instagram.com/vemdibeque/" target="_blank" rel="noopener">Vem di Bequê</a> vem se destacando desde o início do ano com produtos diferenciados que remetem à valorização do amor por Barbacena. Um destes projetos é a série de vídeos <a href="https://folhadebarbacena.com.br/?s=pelas+ruas+de+bequ%C3%AA" target="_blank" rel="noopener">Pelas Ruas de Bequê</a>, que conta a história das personalidades que dão nomes às várias vias do município.</p>
<p style="text-align: justify;">Este mês, o destaque é para a rua Teobaldo Tolendal e seu patrono, o médico e político nascido em Rio Novo e que adotou a Cidade das Rosas como sua terra de coração. Este episódio tem o apoio da Clínica Veterinária É o Bicho, Odonto Mazzoni, Auto Escola Hérika e Sense Comunicação. Confira a história dele no vídeo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Pelas Ruas de Bequê - Ep. 05 - Rua Dr. Teobaldo Tollendal - Barbacena|MG" src="https://www.youtube.com/embed/Dsi0JCEliOM" width="912" height="513" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Figuras Barbacenenses &#8211; O Barão do Monte Mário</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/figuras-barbacenenses-o-barao-do-monte-mario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Nov 2022 11:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Vida da gente]]></category>
		<category><![CDATA[barão do monte mário]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[Marcelino de Brito Pereira de Andrade, o primeiro e único Barão e Visconde de Monte Mário, nasceu em Barbacena no ano de 1827, na fazenda do Registro. Era filho do Major Francisco Pereira de Andrade e Senhora Luciana Durcelina de Andrade.   Ainda jovem, mudou-se para Juiz de Fora, onde casou-se com Belarmina Augusta Teixeira. &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div style="text-align: justify;">Marcelino de Brito Pereira de Andrade, o primeiro e único Barão e Visconde de Monte Mário, nasceu em Barbacena no ano de 1827, <span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs x1xmvt09 x1lliihq x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x xudqn12 x3x7a5m x6prxxf xvq8zen xo1l8bm xzsf02u x1yc453h" dir="auto">na fazenda do Registro. Era filho do Major Francisco Pereira de Andrade e Senhora Luciana Durcelina de Andrade.</span></div>
<div style="text-align: justify;"><span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs x1xmvt09 x1lliihq x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x xudqn12 x3x7a5m x6prxxf xvq8zen xo1l8bm xzsf02u x1yc453h" dir="auto"> </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span class="x193iq5w xeuugli x13faqbe x1vvkbs x1xmvt09 x1lliihq x1s928wv xhkezso x1gmr53x x1cpjm7i x1fgarty x1943h6x xudqn12 x3x7a5m x6prxxf xvq8zen xo1l8bm xzsf02u x1yc453h" dir="auto">Ainda jovem, mudou-se para Juiz de Fora, onde casou-se com </span>Belarmina Augusta Teixeira. Exerceu diversos cargos públicos, dentre eles o de vereador, chefe do Partido Liberal, chegando à presidência da Câmara Municipal de Juiz de Fora no ano de 1884. Ao se tornar Tenente Coronel, comandou um dos batalhões da Guarda Nacional da comarca.</div>
<div></div>
<div style="text-align: justify;">De nome respeitadíssimo e muito conhecido na província, recebeu, em 15 de dezembro de 1886 (através de decreto imperial), o título de Barão de Monte Mário e três anos mais tarde, em 03 de dezembro de 1889, foi elevado a Visconde de Monte Mario.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>Com sua esposa, a baronesa consorte de Monte Mário, teve cinco filhos: Júlio, Eugênio, Oscar, Maria Amélia e Maria Eugênia. Falecida precocemente, a baronesa foi sepultada em Barbacena.</p></div>
<div class="x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs xtlvy1s x126k92a">
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Fundou, juntamente com outros grandes nomes, o Banco Territorial e Mercantil de Minas, de cuja administração fez parte. Fundou, também, o Banco de Crédito Real de Minas Gerais, ou Credireal, em 1889, tendo sido seu maior acionista e primeiro presidente, cargo do qual exonerou-se me 1892.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<blockquote><p><i><b>Até a década de 1920, o Credireal foi o único banco da Zona da Mata Mineira, surgindo como um empreendimento financiado basicamente pelo capital agrário local, liderado por importantes fazendeiros da região. Já em 1891, assume as funções de &#8220;banco misto&#8221;, reunindo operações de longo e curto prazo.</b></i></p></blockquote>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Faleceu no dia 27 de junho de 1905, em Juiz de Fora, sendo sepultado em um grande mausoléu naquela cidade.</div>
</div>
<div></div>
<div>Estas e outras histórias você pode conferir no <a href="https://vemdibeque.blogspot.com/" target="_blank" rel="noopener">blog da Vem di Bequê, </a>a marca especializada em Barbacena. Conheça mais em <a href="https://www.instagram.com/vemdibeque/" target="_blank" rel="noopener">@vemdibeque</a></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pelas Ruas de Bequê: série de vídeos conta a história dos nomes de ruas de Barbacena</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/pelas-ruas-de-beque-serie-de-videos-conta-a-historia-dos-nomes-de-ruas-de-barbacena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 14:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Vida da gente]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[coronel teófilo]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vem di Bequê, marca que tem como objetivo resgatar a história de Barbacena bem como fatos curiosos do município. Dessa forma, a empresa que tem apenas 6 meses de vida, já lançou, entre canecas e camisetas temáticas, um jogo que abrange diversos elementos da memória da cidade. Dando continuidade ao projeto, a Vem di &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Vem di Bequê, marca que tem como objetivo resgatar a história de Barbacena bem como fatos curiosos do município. Dessa forma, a empresa que tem apenas 6 meses de vida, já lançou, entre canecas e camisetas temáticas, um jogo que abrange diversos elementos da memória da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Dando continuidade ao projeto, a Vem di Bequê está lançando seu primeiro projeto de vídeo, também abrangendo a história da cidade. Dessa vez, o trio de publicitários formado por Flávia Siqueira, Rodrigo Lozasso e Thiago Rossi está contando a história das ruas de Barbacena. A rua Coronel Teófilo no Centro da cidade é a primeira via explorada nesta aventura de resgate da memória.</p>
<p style="text-align: justify;">Os vídeos ficarão disponíveis no canal da <a href="https://www.youtube.com/channel/UC15yZP5T_RPEBX7InWYj0Iw">Vem di Bequê no Youtube</a>, e tem previsão de serem lançados quinzenalmente, e você pode conferir o primeiro episódio aqui:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Pelas Ruas de Bequê - Ep. 01 - Rua Coronel Teófilo - Barbacena|MG" src="https://www.youtube.com/embed/n2pXs1O2EVc" width="727" height="409" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>História de Barbacena vira jogo de tabuleiro</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/historia-de-barbacena-vira-jogo-de-tabuleiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 11:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Motiva]]></category>
		<category><![CDATA[Palco BCN]]></category>
		<category><![CDATA[Vida da gente]]></category>
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					<description><![CDATA[E se a história da sua cidade, ou boa parte dela, virasse um jogo de tabuleiro? Se você e sua família, seus alunos ou seus amigos, pudessem aprender mais sobre coisas que nem sequer imaginavam sobre o lugar onde moram? E se no meio de tantas novas informações, você ainda tivesse a oportunidade de conhecer &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">E se a história da sua cidade, ou boa parte dela, virasse um jogo de tabuleiro? Se você e sua família, seus alunos ou seus amigos, pudessem aprender mais sobre coisas que nem sequer imaginavam sobre o lugar onde moram? E se no meio de tantas novas informações, você ainda tivesse a oportunidade de conhecer sobre duas lendas existentes no seu município? Pois foi esta a experiência que 18 convidados tiveram na noite da última sexta-feira (20/05), em uma das salas do Hotel Senac, no bairro Caiçaras, em Barbacena.</p>
<p style="text-align: justify;">Jornalistas, membros do poder público, influenciadores, historiadores e empresários estiveram distribuídos em três mesas, diante de um jogo de tabuleiro repleto de referências e elementos da história, cotidiano e folclore de Barbacena. No centro da aventura, estavam duas lendas: a nunca encontrada mina de prata supostamente localizada debaixo da Igreja de Nossa Senhora Assunção e a temível e gigantesca serpente que habitaria a torre direita do mesmo templo.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada jogador &#8220;adotou&#8221; um personagem, cujo nome remete a um bairro de Barbacena, sendo eles: Penha, Fátima, Efigênia, Vilela, Mário do Monte e os gêmeos João e Paulo. Durante cerca de 40 minutos, os exploradores percorreram um tabuleiro, respondendo questões de icônicos barbacenenses: Honório Armond, Sobral Pinto ou Dona Totoca, que variavam entre os mais diversos temas da vida de Barbacena. Além disso, pelo &#8220;caminho&#8221; lúdico, encontraram personagens como Emeric Marcie, Correia de Almeida, Guimarães Rosa, Carlos Drummond, Isabelinha, Botina e a Rainha das Rosas. Teve música do Proerd, visitas ao Mirante, Desafio da Serpente e a conquista da Mina de Prata, tudo isso com bom humor, animação e muito conhecimento e aprendizado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Primeiro, eu fiquei honrado em ser um dos primeiros barbacenenses a jogar e mais do que isso, a história precisa estar no dia-a-dia das pessoas. Durante muito tempo ficou como uma coisa elitista, acadêmica, fora do dia-a-da de uma forma geral, e por isso o interesse era pouco despertado. A partir do momento em que se cria um jogo de tabuleiro como esse, que inclusive é um próprio resgate do jogo de tabuleiro que une as pessoas, que diverte, que consegue colocar várias gerações em contato, isso tudo junto, faz com que este produto seja um marco realmente de resgate de afetividade da cidade, de conhecimento realmente, que a medida que você está se divertindo, você está absorvendo aquele conhecimento, tendo informações que normalmente você não buscaria de outra forma. Então, é genial este conceito apresentado pela Vem di Bequê!&#8221;, disse o historiador e pesquisador Edson Brandão, que foi um dos convidados do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Thaís Fullin, repórter da TV Integração também fez parte da mesa de convidados e achou o jogo interessante e bem divertido. &#8220;Descobri várias coisas que eu não sabia sobre Barbacena, várias curiosidades&#8230; E é um jogo bem divertido, muitas coisas bacanas envolvendo as perguntas e ações.&#8221;, disse a repórter.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenvolvido pela trinca de publicitários Flávia Siqueira, Rodrigo Lozasso e Thiago Rossi, o jogo &#8220;Barbacena e a Lenda da Mina de Prata&#8221; foi desenvolvido pensando em despertar cada vez mais o amor e conhecimento das pessoas por Barbacena e sua história. Aliás, este é o conceito principal da marca Vem di Bequê, assinada pelo trio de comunicadores. O jogo levou cerca de seis meses para ficar pronto, e reúne diversos elementos da história da cidade, sendo pensado para que as pessoas se divirtam, interajam e desvendem coisas e acontecimentos que sequer sabiam sobre a rica história do município.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_13923" aria-describedby="caption-attachment-13923" style="width: 718px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-13923 lazy" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20718%20696'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-23-at-07.48.09.jpeg" alt="" width="718" height="696" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-23-at-07.48.09.jpeg 718w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-23-at-07.48.09-300x291.jpeg 300w" data-sizes="auto, (max-width: 718px) 100vw, 718px" /><figcaption id="caption-attachment-13923" class="wp-caption-text">Flávia Siqueira, uma das fundadoras da Vem di Bequê.</figcaption></figure></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Qual presidente do Brasil viveu em Barbacena? Por quais títulos a cidade é conhecida? Quantos inconfidentes viveram aqui? Quem foi Botina, Isabelinha&#8230;? O que eram as Sessões Chiques? Tudo isso e muito mais com a possibilidade de aprender se divertindo e reviver aquele gostinho de um bom jogo de tabuleiro. Essa é a nossa proposta.&#8221;, disse Thiago Rossi, que ressaltou que o jogo está registrado e que o evento da última sexta-feira, além de um lançamento, também foi o grande teste do produto. &#8220;Foi ótimo ver pessoas que, em alguns casos nem sequer se conheciam, interagindo, conversando, se divertindo, aprendendo e se surpreendendo com as informações que o jogo apresentava. A aceitação foi de 100%!&#8221;, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Apenas 100 unidades do produto foram produzidas pela equipe, e estão disponíveis para venda pelo valor de R$ 65 a caixa, podendo ser adquiridas através do perfil da Vem di Bequê no Instagram <a href="https://www.instagram.com/vemdibeque/">(https://www.instagram.com/vemdibeque/</a>). Mais informações, aliás, podem ser obtidas também através daquela Rede Social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><figure id="attachment_13924" aria-describedby="caption-attachment-13924" style="width: 720px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-13924 lazy" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20720%20425'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2022/05/vem-di-beque.jpeg" alt="" width="720" height="425" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2022/05/vem-di-beque.jpeg 720w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2022/05/vem-di-beque-300x177.jpeg 300w" data-sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption id="caption-attachment-13924" class="wp-caption-text">Rodrigo Lozasso, Flávia Siqueira, Alexandre Braga, Giovani Tavares e Thiago Rossi.</figcaption></figure></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cine Palace: o palco das memórias e histórias barbacenenses</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/cine-palace-o-palco-das-memorias-e-historias-barbacenenses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 21:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Vida da gente]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[cine palace]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Isabella Paolucci e Izadora Tavares No dia 18 de dezembro de 1955, em Barbacena, o Cine-Teatro Palace foi fundado. De propriedade do Caetano Orpheu Bonato e localizado na Praça dos Andradas, possuía 1.002 lugares e dois projetores cinematográficos de 35mm. Seu funcionamento diário tinha uma média anual de 797 sessões com 192.152 espectadores. Jornal &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Por Isabella Paolucci e Izadora Tavares</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 18 de dezembro de 1955, em Barbacena, o Cine-Teatro Palace foi fundado. De propriedade do Caetano Orpheu Bonato e localizado na Praça dos Andradas, possuía 1.002 lugares e dois projetores cinematográficos de 35mm. Seu funcionamento diário tinha uma média anual de 797 sessões com 192.152 espectadores.</p>
<p><img class="lazy" decoding="async" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20478%20348'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.07.51.jpeg" data-sizes="auto, (max-width: 478px) 100vw, 478px" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.07.51.jpeg 478w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.07.51-300x218.jpeg 300w" alt="" width="478" height="348" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Jornal dos anos 50 divulgando as modernas salas de cinema que chegariam à Barbacena</em></p>
<p style="text-align: justify;">Quem viveu na época em que o Palace era um dos principais lugares de entretenimento da cidade faz questão de lembrar com felicidade no olhar dos momentos vividos no local. Edson Brandão, historiador e barbacenense, faz parte do grupo de pessoas que colecionam memórias no Cine-Teatro. “Eu vou te falar da lembrança que eu tenho pessoal, é o seguinte: o cinema Palace, como era a década de 70/80, eu me lembro, por exemplo, de Star Wars, que hoje em dia todo mundo curte. Eu vi Star Wars estrear, em 1977, eu tinha dez anos de idade e foi no Palace”, comentou Edson.</p>
<p style="text-align: justify;">Além das histórias e memórias que o Cine-Teatro Palace traz pela diversão oferecida naquela época, a própria estrutura do local também é muito lembrada por quem teve a oportunidade de estar lá. “O cinema era muito suntuoso, um lugar muito bonito, tinha uma decoração muito imponente e era o típico cinema daquela época dos anos dourados”, ele relata.</p>
<p><img class="lazy" decoding="async" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20415%20361'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.11.18.jpeg" data-sizes="auto, (max-width: 415px) 100vw, 415px" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.11.18.jpeg 415w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.11.18-300x261.jpeg 300w" alt="" width="415" height="361" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Jornal dos anos 50 anunciando a inauguração do Cine-Teatro Palace</em></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o historiador, ir ao cinema naquela época era como um evento. Segundo ele, o cinema era um acontecimento para se colocar uma roupa legal, para paquerar e, além disso, um ponto de encontro para trocar figurinhas de álbuns daqueles anos. “Era comum as pessoas se encontrarem na porta do cinema antes das sessões para poder trocar revistas e figurinhas de álbum. Então, você vê que o cinema tinha uma capacidade de motivação imensa, porque estávamos em um mundo analógico, um mundo onde a interação só se dava ao vivo e não tinha como conversar como estamos aqui”, afirmou Brandão.</p>
<p style="text-align: justify;">O Portal BCN conversou também com Karla Bonato, neta do idealizador do Cine-Teatro que, de acordo com ela, era apaixonado por Barbacena, tendo como um de seus sonhos a construção do prédio. “Meu avô vivia em Barbacena e investia em Barbacena. Ele gostava muito da cidade, então ele construiu os primeiros prédios daí, como o Edifício Mônica na rua 15, o Edifício Alípio Bonato, e a construção desse prédio com hotel, lojas e cinema já era um sonho antigo que ele realizou bem no centro da cidade, era o orgulho dele!”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ela, a paixão de Caetano Bonato pelo cinema era algo notável e seu interesse pela arte vinha de tempos anteriores, sendo uma de suas motivações trazer do Rio de Janeiro para Barbacena aquilo que ele tanto amava.</p>
<p><img class="lazy" decoding="async" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20441%20272'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.15.08.jpeg" data-sizes="auto, (max-width: 441px) 100vw, 441px" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.15.08.jpeg 441w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.15.08-300x185.jpeg 300w" alt="" width="441" height="272" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Reprodução IBGE &#8211; 1958<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">“O cinema foi fechado porque no Brasil as empresas cinematográficas passaram a investir nas pequenas salas. Passaram a ser salas de cinemas em shoppings e com isso o cinema saiu da rua para entrar como sala para poucas pessoas, um público menor e mais variedade, então aquela coisa do cine-teatro começou a não ter um investimento das empresas cinematográficas. O movimento caiu muito, os melhores filmes passaram a ser encaminhados para as salas, então o cinema teve que ser fechado em decorrência de uma realidade nacional. Não foi por questões pessoais, já que o meu pai adorava e foi muito frustrante pra ele abrir mão disso”, Karla relembra.</p>
<p style="text-align: justify;">Como não havia desejo de mudança na estrutura física do prédio, o espaço disposto no Palace permite apenas que seja utilizado para teatros entre outros que possam receber maior público, uma limitação na hora de se alugar o espaço, que já abrigou também uma sede da Igreja Universal por muitos anos.</p>
<p><img class="lazy" decoding="async" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%201021%20754'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.423.jpeg" data-sizes="auto, (max-width: 1021px) 100vw, 1021px" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.423.jpeg 1021w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.423-300x222.jpeg 300w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.423-768x567.jpeg 768w" alt="" width="1021" height="754" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com o falecimento de Caetano Bonato, o prédio passou a ter quatro proprietários, sendo os herdeiros, que realizaram uma divisão informal em que o pai de Karla ficaria responsável pelo cinema e as outras três irmãs com o hotel e as lojas. Devido a incompatibilidade de interesses entre os mesmos em que alguns preferem pela venda, outros pela conservação, enquanto outros optam pela modificação da estrutura, houveram problemas na hora de alugar novamente. “Com isso tivemos alguns aluguéis em que não fomos muito felizes e no prédio também tivemos situações que geraram débitos, débitos principalmente junto à prefeitura”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Karla conta que o cinema não existe mais, a única possibilidade é a transformação em um teatro ou caso investidores tenham interesse em participar para a reformulação sem a perda da estrutura do prédio, mantendo suas características e assim dando uma alavancada. As lojas ainda são possíveis de serem alugadas devido ao espaço físico.</p>
<p><img class="lazy" decoding="async" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20561%20421'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.422.jpeg" data-sizes="auto, (max-width: 561px) 100vw, 561px" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.422.jpeg 561w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.422-300x225.jpeg 300w" alt="" width="561" height="421" /></p>
<p style="text-align: justify;">“O imóvel ele é gravado, existe um gravame na documentação dele que impossibilita a venda enquanto os herdeiros estiverem vivos. No momento nós temos três herdeiras vivas, o meu pai é falecido, mas existe um documento que impede essa venda e a gente teria que tentar uma modificação disso também. Enfim, existem questões jurídicas, questões financeiras, várias questões familiares que atualmente desenham essa realidade atual”, explicou ela, informando que houve um processo para tentar alavancar novamente o Cine Palace, no entanto, este foi prejudicado pela pandemia.</p>
<p style="text-align: justify;">Karla Bonato também conta sobre suas boas lembranças no cinema. Segundo ela, sua vida foi marcada pelas lembranças no prédio de sua família, sendo o cenário de diversas lembranças de sua geração. “Era um <em>point</em> mesmo. Durante os anos 60, 70 e 80 a gente ainda viveu grandes momentos ali no Cine Palace, que era um ponto de encontro e um ponto de referência externo. Quem morava fora, a gente falava do Cine Palace, do prédio, e as pessoas identificavam perto da praça, enfim só tenho excelentes recordações de lá”.</p>
<p><img class="lazy" decoding="async" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20703%20918'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.425.jpeg" data-sizes="auto, (max-width: 703px) 100vw, 703px" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.425.jpeg 703w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.425-230x300.jpeg 230w" alt="" width="703" height="918" /></p>
<h2>As sessões</h2>
<p style="text-align: justify;">Quando entramos na sala de cinema já é esperado que os primeiros minutos sejam de anúncios e trailers, e na época do Cine Palace não era diferente. “Tinha um negócio também que era muito típico do cinema daquela época, era o tal Canal 10. E o que era o Canal 10? Era tipo um noticiário mensal/semanal que mostrava como estava o Campeonato Brasileiro e, apesar de que já existiam as transmissões de TV e os jogos ao vivo, isso não era tão acessível, tão fácil como hoje. Então, assistir o Canal 10 era ver em um telão gigantesco, com um som monumental, os gols. E quem gostava de futebol ficava encantado”, afirmou Edson Brandão.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu me lembro, por exemplo, dos filmes dos Trapalhões, que é um fenômeno do cinema brasileiro e subestimado, porque eles são muito populares e não eram vistos como filmes sofisticados. Eram filmes que, quando estavam em cartaz, haviam filas começando na frente do Palace e descendo a rua Getúlio Vargas, chegando até na avenida Bias Fortes. Era assim que funcionava, as filas eram imensas, todo mundo queria ver os filmes e as sessões não eram amplas, então o pessoal ia mesmo”, relata o historiador.</p>
<h2>Teatro Municipal</h2>
<p style="text-align: justify;">Durante o ano de 2013 havia um projeto da prefeitura de transformar o Cine Palace em um Teatro Municipal. De acordo com a secretária de cultura da época, Glória Brittar, o projeto surgiu como uma alternativa de sanar a lacuna da não existência de um teatro municipal na cidade de Barbacena.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em 2013 a gente contatou a família, os herdeiros do prédio, fizemos um contato e fizemos um estudo mais apurado de custos para a viabilização deste projeto. Fizemos visitas técnicas, pensamos em como seria a forma do teatro funcionar, as possibilidades reais para que ele se tornasse um espaço que todos nós da classe artística e da área de eventos e a área empresarial de eventos deseja”, declarou ela à equipe do Portal BCN.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, o projeto se tornou inviável em função das possibilidades físicas do prédio, não para abrigar o teatro, uma vez que teria total possibilidade, mas a questão do projeto de incêndio e pânico, além da viabilização de toda a questão tributária.</p>
<p style="text-align: justify;">Karla Bonato conta que a possibilidade da transformação do espaço em um Teatro Municipal agradou bastante a família pelo fato de preservar algo que seu avô gostava, além de ser algo importante para a história da cidade. “Depois de quase um ano em que nós nos vimos presos à prefeitura em relação às tratativas e as negociações em que a gente não pôde alugar pra ninguém, não pudemos fazer negócio porque havia um acordo em andamento, a prefeitura recuou”, afirmou ela, declarando que devido ao prejuízo causado, o débito se tornou maior, uma vez que a tratativa implicava em fazer uma negociação econômica financeira que envolvia os débitos anteriores e atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">O Prefeito de Barbacena, Carlos Du, quando perguntado a respeito da possibilidade da transformação do espaço em um teatro atualmente, falou que a implementação de um teatro municipal está sendo estudada. “Nós precisamos de um teatro municipal mesmo e agora está na fase de discussão onde seria o melhor lugar para fazer esse teatro. Será que é o Cine Palace? Qual é o investimento que temos que fazer em reforma? Ali é um espaço privado então a gente teria que buscar uma parceria, uma concessão de uso para nós ou até utilizar os instrumentos que a Lei Federal nos dá. O espaço não é nosso”, reforçou.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ele, foi oferecido à prefeitura um prédio para ser utilizado com essa finalidade então está sendo estudada a melhor possibilidade para abrigar o tão sonhado Teatro de Barbacena.</p>
<p><img class="lazy" decoding="async" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20346%20211'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.421.jpeg" data-sizes="auto, (max-width: 346px) 100vw, 346px" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.421.jpeg 346w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-03-at-13.21.421-300x183.jpeg 300w" alt="" width="346" height="211" /></p>
<h2>A importância para Barbacena</h2>
<p style="text-align: justify;">O prédio que marcou a história de diversos moradores traz consigo um pouquinho de cada barbacenense. Para Karla Bonato, a história do Cine Palace se mistura à de sua família, trazendo a ela lembranças de carinho de diversos momentos de sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">“É a história de Barbacena, a história de um homem que poderia ter investido em qualquer outra cidade, qualquer outra capital, mas era apaixonado por Barbacena e se ele não tivesse morrido tão cedo, ele morreu aos 63 anos, ele teria investido muito mais, ele continuaria com a história de Barbacena e certamente eu acho que manter viva essa memória seria fundamental com obras, com reformas e manter essa estrutura <em>Art Decó</em> do prédio que é uma coisa espetacular”, ela relembra.</p>
<p style="text-align: justify;">Já para Glória Brittar, ele se mostra essencial pela cidade pela sua visibilidade e sua história, merecendo um destino tão importante quanto. “Para mim a importância do Palace é fundamental como edificação no centro da cidade, no coração próximo à praça dos Andradas e como uma possibilidade de se tornar um espaço digno, que daria dignidade a esse lugar que tem tanta história”, finalizou.</p>
<p><img class="lazy" decoding="async" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%201024%20768'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.35.39-1024x768.jpeg" data-sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.35.39-1024x768.jpeg 1024w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.35.39-300x225.jpeg 300w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.35.39-768x576.jpeg 768w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-13-at-18.35.39.jpeg 1280w" alt="" width="1024" height="768" /></p>
<p><em>Foto: Thiago Rossi<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Alunos do IF Barbacena são destaque na Olimpíada Nacional História do Brasil Aberta Para todos</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/alunos-do-if-barbacena-sao-destaque-na-olimpiada-nacional-historia-do-brasil-aberta-para-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 13:50:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[if sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíada]]></category>
		<category><![CDATA[olimpíada nacional história do brasil aberta para todos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos dos primeiros anos dos cursos técnicos integrados de agropecuária, agroindústria, química e hospedagem do Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais de Barbacena participaram da primeira edição da Olimpíada Nacional História do Brasil Aberta para Todos e alcançaram excelentes resultados. A Olimpíada foi composta por quatro fases online e, em cada uma delas, os &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os alunos dos primeiros anos dos cursos técnicos integrados de agropecuária, agroindústria, química e hospedagem do Instituto Federal Sudeste de Minas Gerais de Barbacena participaram da primeira edição da Olimpíada Nacional História do Brasil Aberta para Todos e alcançaram excelentes resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">A Olimpíada foi composta por quatro fases online e, em cada uma delas, os estudantes resolveram questões de múltipla escolha e tarefas. A atividade foi realizada em grupos com até seis alunos sob a orientação da professora de história Erika Morais Cerqueira. Em cada questão, havia mais de uma alternativa correta, portanto deveria ser escolhida a opção considerada a mais completa, profunda e adequada. Caso o grupo não conhecesse o assunto, havia a possibilidade de pesquisar e aprofundar seus conhecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a professora, essa é uma oportunidade para a construção do conhecimento histórico de forma lúdica, especialmente porque “o acesso a documentos, assim como as discussões em grupo, permite ao aluno construir novas perspectivas sobre a história do Brasil, percebendo que a pesquisa pode ser uma atividade instigante e desafiadora”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o aluno do primeiro ano do Ensino Médio, Matheus Rodrigues, participar da Olimpíada “foi algo incrível que pôde aumentar meus conhecimentos sobre o Brasil e também perceber ainda mais o quão legal é a história deste lugar que podemos chamar de nosso”.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta edição houve uma novidade: os alunos deveriam elaborar um caderno de relatos sobre a pandemia. Segundo a professora Erika, esse material será utilizado futuramente como fonte histórica sobre o nosso tempo, permitindo aos participantes a compreensão de que todos somos agentes históricos e a todo momento somos convidados a deixar nossas marcas na história.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ela, foram obtidos ótimos resultados, pois todas as etapas da prova foram realizadas e uma pontuação bastante elevada foi alcançada, embora este não seja o único mérito dos estudantes. Erika se mostra orgulhosa de seus alunos “tanto porque souberam se organizar em grupo e respeitar opiniões diferentes quanto porque demonstraram, durante todo o ensino remoto, ser possível construir conhecimento de qualidade e alcançar destaque em provas nacionais”.</p>
<p><em><strong>Com informações do IF Sudeste</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O busto do Padre Mestre e seu escultor</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/o-busto-do-padre-mestre-e-seu-escultor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 12:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunista Guilherme Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[busto]]></category>
		<category><![CDATA[coluna registros de barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[padre mestre correia de almeida]]></category>
		<category><![CDATA[registros]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Guilherme Oliveira Temos bem no Centro da cidade, no antigo Jardim Municipal, atual Praça dos Andradas a conhecida “Herma do Padre Mestre”, uma coluna de granito com um busto em bronze que retrata o poeta satírico barbacenense, o Padre Mestre Correia de Almeida, nascido em 1820 e falecido em 1905. O monumento foi esculpido &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Guilherme Oliveira</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Temos bem no Centro da cidade, no antigo Jardim Municipal, atual Praça dos Andradas a conhecida “Herma do Padre Mestre”, uma coluna de granito com um busto em bronze que retrata o poeta satírico barbacenense, o Padre Mestre Correia de Almeida, nascido em 1820 e falecido em 1905.</p>
<p style="text-align: justify;">O monumento foi esculpido em 1910, em uma cidade ao sul da França pelo artista francês Félix Charpentier, trazido ao Brasil no ano seguinte. Foi inaugurado em setembro de 1911 em Barbacena e foi erguido às expensas do Embaixador Olyntho Máximo de Magalhães, importante figura política e diplomata barbacenense. Foi o próprio Olyntho Máximo que encomendou o busto do Padre Mestre ao escultor francês &#8220;Félix Charpentier&#8221;, em Paris.</p>
<p style="text-align: justify;">O artista Félix Charpentier (1858-1924), era filho de um humilde oleiro e ao demonstrar talento para desenho e modelagem foi ainda criança para uma escola de artes em Avignon iniciando assim uma vitoriosa carreira artística. Conquistou o reconhecimento e prêmios, erguendo monumentos importantes, em especial após a Primeira Guerra Mundial. Suas obras podem ser vistas em espaços públicos de Paris, Nimes, Bordeaux e Avignon, onde está sua maior obra, “O Monumento do Centenário”.</p>
<p style="text-align: justify;">OBs: Em um dos registros, vemos a obra de Félix Charpentier em Avignon.</p>
<p><figure id="attachment_4573" aria-describedby="caption-attachment-4573" style="width: 278px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4573 lazy" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20278%20300'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/busto-278x300.jpg" alt="" width="278" height="300" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/busto-278x300.jpg 278w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/busto-950x1024.jpg 950w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/busto-768x828.jpg 768w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/busto-1425x1536.jpg 1425w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/busto.jpg 1857w" data-sizes="auto, (max-width: 278px) 100vw, 278px" /><figcaption id="caption-attachment-4573" class="wp-caption-text">Foto: Guilherme Oliveira</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_4575" aria-describedby="caption-attachment-4575" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4575 lazy" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20300%20269'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/117242560_945647862543454_6016543194215261885_n-300x269.jpg" alt="" width="300" height="269" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/117242560_945647862543454_6016543194215261885_n-300x269.jpg 300w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/117242560_945647862543454_6016543194215261885_n-1024x919.jpg 1024w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/117242560_945647862543454_6016543194215261885_n-768x689.jpg 768w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/117242560_945647862543454_6016543194215261885_n-1536x1378.jpg 1536w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/117242560_945647862543454_6016543194215261885_n.jpg 2037w" data-sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4575" class="wp-caption-text">Foto: Guilherme Oliveira</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_4577" aria-describedby="caption-attachment-4577" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4577 lazy" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20300%20193'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116883922_945647932543447_9100572026838114288_n-300x193.jpg" alt="" width="300" height="193" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116883922_945647932543447_9100572026838114288_n-300x193.jpg 300w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116883922_945647932543447_9100572026838114288_n-1024x658.jpg 1024w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116883922_945647932543447_9100572026838114288_n-768x493.jpg 768w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116883922_945647932543447_9100572026838114288_n-1536x986.jpg 1536w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116883922_945647932543447_9100572026838114288_n.jpg 1967w" data-sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4577" class="wp-caption-text">Foto: Guilherme Oliveira</figcaption></figure></p>
<p><figure id="attachment_4576" aria-describedby="caption-attachment-4576" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-4576 lazy" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns='http://www.w3.org/2000/svg'%20viewBox='0%200%20300%20250'%3E%3C/svg%3E" data-src="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116859494_945648052543435_7705550128800571700_n-300x250.jpg" alt="" width="300" height="250" data-srcset="https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116859494_945648052543435_7705550128800571700_n-300x250.jpg 300w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116859494_945648052543435_7705550128800571700_n-1024x854.jpg 1024w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116859494_945648052543435_7705550128800571700_n-768x640.jpg 768w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116859494_945648052543435_7705550128800571700_n-1536x1280.jpg 1536w, https://folhadebarbacena.com.br/wp-content/uploads/2021/09/116859494_945648052543435_7705550128800571700_n.jpg 2048w" data-sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4576" class="wp-caption-text">Foto: Guilherme Oliveira</figcaption></figure></p>
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		<title>Barbacena querida, década de 80/90</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/barbacena-querida-decada-de-80-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 13:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunista Guilherme Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[coluna]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[registros de barbacena]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Guilherme Oliveira Oh saudade!!! Quem nunca&#8230; Saiu numa noite de sábado em Barbacena e deu uma volta na rua Quinze? Parou com os amigos e deu uma passada no bar &#8220;Debaixo da Saia&#8221;? No bar &#8220;Hard Rock Salleh&#8221;? No &#8220;Amarelinho bar&#8221;, passando na lanchonete do &#8220;Sovon&#8217;s&#8221;, &#8220;Soraya&#8221; e &#8220;Gulosão&#8221; pra comer aquele lanche? Foi &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Guilherme Oliveira</strong></em></p>
<p>Oh saudade!!!</p>
<p>Quem nunca&#8230;</p>
<p>Saiu numa noite de sábado em Barbacena e deu uma volta na rua Quinze?</p>
<p>Parou com os amigos e deu uma passada no bar &#8220;Debaixo da Saia&#8221;?</p>
<p>No bar &#8220;Hard Rock Salleh&#8221;?</p>
<p>No &#8220;Amarelinho bar&#8221;, passando na lanchonete do &#8220;Sovon&#8217;s&#8221;, &#8220;Soraya&#8221; e &#8220;Gulosão&#8221; pra comer aquele lanche?</p>
<p>Foi no &#8220;Pirillus Boliche&#8221; comer uma pizza e jogar aquela partida de boliche?</p>
<p>Participou do melhor carnaval de rua da região, subia a rua Quinze em direção ao palanque do &#8220;Palace&#8221; e descia em direção ao palanque do &#8220;Rosário&#8221;, a noite toda nas noites de carnaval?</p>
<p>Foi ao &#8220;Clube Barbacenense” e ao &#8220;Clube Andaraí” dançar os famosos passinhos do Frank Melody, aguardando ansioso a hora das lentinhas pra paquerar e dançar agarradinho?</p>
<p>Nadou na lagoa do &#8220;Parque de Exposições&#8221;, na &#8220;Bica da Lajinha&#8221;?</p>
<p>Foi a um Show no &#8220;Irondelles&#8221;?</p>
<p>Brincou nas ruínas do antigo &#8220;Frigorífico municipal&#8221;, com medo daquele boi enorme de cimento que ficava na fachada?</p>
<p>Assistiu um filme no &#8220;Cine Trato Palace&#8221;, com aqueles cartazes pintados à mão que chamavam a atenção? Ou no &#8220;Cine Trato Apollo&#8221; com aquele tradicional café?</p>
<p>Foi no mercado &#8220;Casa da Banha&#8221; e ficava admirando curioso aquela banca enorme de peixes frescos?</p>
<p>Ficou sentado por horas na arquibancada do &#8220;Campo do Vila&#8221; assistindo as partidas de futebol?</p>
<p>Foi na &#8220;Casa Giordano&#8221; e ficou fascinado com a variedade de itens? Tinha de tudo&#8230;</p>
<p>Foi ao domingo na &#8220;Sorveteria Skimony&#8221;?</p>
<p>Sentou e comeu aquele inesquecível sorvete?</p>
<p>Morria de medo dos gritos do vendedor de embutidos, &#8220;Butina&#8221;? Ah dobradinha&#8230;</p>
<p>Olhou pro batom vermelho que destacava no rosto da &#8220;Isabelinha&#8221;? Sempre acompanhada de seu cão, o fiel escudeiro?</p>
<p>Usou aquela farda marrom do &#8220;Colégio Tiradentes&#8221;? Se o cabelo não estivesse cortado baixinho, o uniforme passadinho e o sapato brilhando não entrava&#8230;</p>
<p>Soltou pipa no antigo &#8220;Campinho do Sr Washington&#8221;?</p>
<p>Deu banana aos macacos que viviam na praça dos Andradas? &#8220;Praça dos Macacos&#8221;, como era conhecida, ficava acompanhando o bicho preguiça descer das árvores&#8230;</p>
<p>Lamentou o monopólio políticos da cidade e, ainda assim, continua com o Título de Eleitor de Barbacena mesmo morando em outra cidade?</p>
<p>Saboreou a famosa lasanha &#8220;do Gino&#8217;s Il Candelabro&#8221;?</p>
<p>Trocou garrafões de vinho vazios por pintinhos? Morriam todos!</p>
<p>Brincou até tarde da noite na rua de pique bandeira e pique esconde?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Praça João Pessoa em Barbacena</title>
		<link>https://folhadebarbacena.com.br/praca-joao-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Iuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 18:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunista Guilherme Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Barbacena]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[joão pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[praça joão pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[registros]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Guilherme Oliveira A mesma passou a denominar-se &#8220;Praça João Pessoa&#8221; após o ano de 1930, em decorrência do assassinato deste, por João Dantas (Dantinha), na cidade do Recife. João Pessoa era então Presidente do Estado da Paraíba do Norte, cuja capital era Paraíba, que também em sua homenagem passou a chamar-se João Pessoa. Anteriormente &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Guilherme Oliveira</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">A mesma passou a denominar-se &#8220;Praça João Pessoa&#8221; após o ano de 1930, em decorrência do assassinato deste, por João Dantas (Dantinha), na cidade do Recife. João Pessoa era então Presidente do Estado da Paraíba do Norte, cuja capital era Paraíba, que também em sua homenagem passou a chamar-se João Pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Anteriormente era denominada Praça Hermilo Alves, uma justa homenagem ao engenheiro Hermilo Cândido da Costa Alves, falecido em 1906, que atuou diretamente nos serviços para o primeiro abastecimento de água potável na vizinha cidade de São João Del Rei e também como engenheiro da Estrada de Ferro Oeste de Minas. Portanto.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamada também de Praça da Estação de Barbacena, atualmente titulada de Praça Adriano de Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;">O ano do registro é 1932.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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