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Os desafios do Partido Novo, no Poder

Os desafios do Partido Novo, no Poder

 

A extraordinária vitória de Romeu Zema à governadoria do estado refletiu, incontestavelmente, a insatisfação do eleitorado mineiro com a velha política.  A proposta do Partido Novo veio em contrapartida às antigas lides político-partidárias até então praticadas no país e em Minas Gerais.

E agora? Com o poder nas mãos, os desafios do Partido Novo saíram da dialética e da proposta para a prática. Inevitavelmente, frente à realidade político-administrativa do Brasil, para se governar de fato, somente por coalisão. Não há outra forma e, neste ponto, os Novos se depararam com o primeiro entroncamento, na certeza de que trilhar o antigo caminho nos levará aos inevitáveis conchavos partidários que consomem as já combalidas estruturas do Estado Nacional brasileiro.

O caminho alternativo, o do futuro, será o das reformas que, antes de serem realizadas, precisa trilhar o calçamento da austeridade. Entretanto, neste caminho mais difícil vamos encontrar obstáculos. Sim! Há pedras no caminho, rochas pesadas e à primeira vista, intransponíveis. A herança maldita que Romeu Zema recebeu do governo anterior não lhe dá uma segunda opção no trajeto a ser percorrido que não seja o caminho das reformas do estado. O desafio será enorme e a coragem a favor de mudanças efetivas será o toque para o sucesso. Do contrário, Zema será no futuro mais um governador no rol dos desmoralizados. Aliás, rol este, cada vez maior no Brasil quando o tema são os homens públicos.

Ao novo governo não basta apenas o projeto e a coragem. Será necessário o efetivo apoio na construção racional de uma coalisão governativa eficaz. O Partido Novo elegeu o governador de Minas, mas apenas três dos setenta e sete deputados estaduais. Neste quesito reside mais um desafio: a construção de uma coalisão em novos moldes, pautada em projetos e com foco em resultados.

Na contramão das coisas tortas, cabe ao Novo liderar a aliança que precisa trilhar os caminhos do século XXI: governos enxutos, austeridade administrativa e foco no essencial, visando alcançar a qualidade dos serviços públicos, a contribuição para o desenvolvimento econômico de Minas e, principalmente, agir pautado na conduta ilibada dos integrantes do governo, com ética e responsabilidade. A nova geração não aceita mais os canalhas. Os discursos vãos não fazem mais efeito. O eleitor hoje sabe quem é ou não honesto.

Será fácil? Evidente que não! Desde a campanha eleitoral até à eleição  de Romeu Zema no segundo turno, nós do Partido Novo temos a clareza  desses enormes  desafios. Confiamos nos eleitos, não apenas de nosso partido, mas de todos os homens públicos de verdade que sabem e têm a responsabilidade de agir neste Novo caminho. As urnas assim exigiram e o eleitor do século XXI não é apenas o depositante do voto de confiança num projeto político, o Novo eleitor também julga, implacavelmente.

Por: Silvério Ribeiro 

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