Banner Aprendiz 18/032019

O nome dela é Jenifer!

Jenifers de Barbacena falam sobre o sucesso da música e das brincadeiras

 

Não é Ana Júlia, não é Mila, nem Carla, nem Renata. Dessa vez o nome dela é Jenifer, o mais novo sucesso do verão brasileiro, com mais de 119 milhões de visualizações no youtube. A música, composta por oito pessoas e interpretada pelo cantor Gabriel Luiz, narra a história de um personagem que termina um relacionamento e conhece uma mulher no aplicativo de paquera Tinder. Questionado pela ex ele explica: “O nome dela é Jenifer. Eu encontrei ela no Tinder. Não é minha namorada, mas poderia ser”.

A Folha de Barbacena (FB) procurou na cidade as mulheres com o nome Jenifer para saber o que elas pensam sobre a música. Tímidas, nem todas quiseram falar com a reportagem, no entanto, quem falou disse que não se incomoda com o hit, e que leva as brincadeiras na esportiva.

A professora Jenifer Milagres conta que tem sido divertido conviver com a canção: “Acho legal ter uma música com meu nome, mas não chego a achar uma homenagem”, relata. Assim também pensa Jennifer Braz, auxiliar de escritório, que tem levado na brincadeira as zoações dos amigos: “Claro que virou motivo de brincadeiras dos amigos, mas são zoeiras saudáveis, ao menos comigo (…). Se alguém me incomodasse sairia de perto”, conta a barbacenense.

De acordo com o aplicativo Tinder, São Paulo é a primeira cidade na lista para se encontrar uma Jenifer. A capital mineira é a quarta colocada no ranking que listou 10 cidades do Brasil. Outro dado interessante é que é mais fácil encontrar uma Jenifer em Joinvile – Santa Catarina, que em Salvador – Bahia, uma das cidades mais populosas do Brasil.

Quebrando padrões

Mariana Xavier
Mariana Xavier no clipe de “O nome dela é Jenifer” – Foto: Divulgação.

Quem da vida à personagem Jenifer, no clipe da música, é a atriz Mariana Xavier, de 38 anos, lembrada por interpretar Marcelina, filha de Dona Hermínia, no filme “Minha mãe é uma peça”. Para o G1, a artista contou que a personagem veio para quebrar padrões: “Parece bobagem, mas é importante, porque as mulheres que não são ‘musa fitness’, que estão na média, se sentem representadas. Eu também posso ser a mulher por quem o cara se apaixona, que dá like no Tinder”, explica.

Para a atriz, que é engajada no movimento político e na luta contra a gordofobia o clipe possibilita a quebra de estereótipos: “acho que é dessa forma que se combate o preconceito. A média da população não é esse padrão capa de revista que a gente ficou anos vendo. As pessoas cansaram de ser enganadas, ficarem sofrendo por causa de biotipo inatingível”.

 

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