

História em quadrinhos sobre a Mina de Fibra é distribuída gratuitamente em clínicas, hospitais e associações de apoio a Fibrose Cística
A obra conta a história de Danielle Braz Vaz de Mello, diagnosticada com Fibrose Cística aos 3 meses de idade
26/05/2023
Na última semana, aconteceu em Barbacena o lançamento da história em quadrinhos “Mina de Fibra”, que tem como personagem principal Danielle Braz Vaz de Mello. A obra foi organizada pela mãe de Dani, Renata de Assis Braz, e conta a história da garota que foi diagnosticada com Fibrose Cística (FC) aos 3 meses de idade, além de sua luta contra a doença.
“Esse projeto foi sonhado de forma tão intensa que eterniza uma linda história, com muitos ensinamentos marcantes de resiliência, fé e amor à vida. Dani sempre militante na divulgação da FC e de doação de órgãos. E esse quadrinho veio para que pudesse ajudar aos pais, profissionais de saúde e a todos que desconhecem a FC. Uma doença rara, sem cura”, explicou Renata.
Os quadrinhos contam de uma forma lúdica a definição da Fibrose Cística, seus sintomas, tratamentos, a importância do apoio multidisciplinar e da rede de apoio de amigos e principalmente da família. Com carinho, a mãe da Mina de Fibra lembra que “ela sempre foi uma referência para muitos que buscavam ajuda ou informações nas redes sociais ou na internet. Pessoas que estavam passando por algo parecido e encontravam na Dani uma força”.
A revista conta com o apoio da Unimed Barbacena e foi lançada oficialmente no congresso médico realizado na Faculdade de Medicina (FAME). No evento, palestraram médicos que cuidaram de Dani, como a Dra. Marta Duarte e Rodrigo Athanazio. A distribuição acontecerá de maneira gratuita nas clínicas, hospitais e associações de apoio a Fibrose Cística.
Segundo Renata, a montagem do projeto durou oito meses e traz a história de Dani de maneira inspiradora, tal qual a Mina de Fibra era. “Quando precisou enfrentar a FC de frente, não hesitou… tornou-se uma personagem marcante com seus cabelos cor de rosa, que ajudou não só a si própria a desafiar a FC, como também ajudou outras pessoas que estavam no mesmo caminho, buscando coragem, fé e qualidade de vida”, finalizou Renata.

Por Isabella Paolucci



